Gari Diz que Discurso do Presidente do Sintab é Igual ao do Governador Zé Maranhão

Gari Diz que Discurso do Presidente do Sintab é Igual ao do Governador Zé Maranhão


SINTAB: Sem Repercussão



Presidente do SINTAB passa vergonha ao convocar a imprensa para uma coletiva visando à prestação de contas por um ano de mandato e quase que não apareceu ninguém.



O presidente do Sindicato dos Trabalhadores Públicos do Agreste da Borborema (SINTAB), Napoleão Maracajá, convidou a imprensa campinense para participar de um café da manhã, afim de promover uma coletiva na sede administrativa do sindicato para apresentar prestação de contas de um ano de mandato, na manhã do dia 26 de março do corrente ano, sexta feira, e ficou desesperado por que só apareceram quatro jornalistas, (que coletiva em?) onde apenas um faz parte de um dos jornais mais lindo de Campina, mesmo assim não gerou repercussão por ele desejada, por este motivo ele prefeito dar a entrevista em sala fechada para que os poucos servidores que estavam vendo o palco montado não percebessem a vergonha que ele passou.



O convite foi enviado a vários órgãos de imprensa, mas a ausência dos representantes desses órgãos serviu para demonstra o grau de ibope que Napoleão pensa ter.


Na coletiva de três jornalistas, já que um se retirou antes de começar, o senhor Napoleão falou sobre vários pontos que para ele são conquista do servidor.


Podemos citar um: a liberação de 10% de adicional de insalubridade para os garis que foram contratados por meio de concurso a menos de 2 anos, e este incremente de 10% será posto em pratica este mês, podendo o gari entrar com pedido no setor de protocolo na secretaria de Administração da PMCG dos outros 10% já que o normal seria 40% e não 20 no inicio de carreira, 10 depois da solicitação feita pelos garis, mais de que poderá pedir em forma de protocolo.


Na verdade entendemos que os garis estão sendo roubados na cara, por que se a adicional de insalubridade é de 40% a partir da admissão no uso da função, e não por retalhos a Prefeitura estar roubando os direitos dos garis, e o sindicato ao entrar em acordo de parcelamento de liberação em forma de contra gota, de uma gratificação que seria 40%, significa dizer que o SINTAB estar conivente com o roubo.


O SINTAB fez manifestação em defesa da isonomia de 40% de insalubridade para todos os garis e derrepente mudaram o discurso, aceitando o parcelamento dessa gratificação (10% agora mais 10% depois) que deve ser de 40% no inicio da atividade insalubre, significa dizer que o SINTAB mudou o caminho que estava seguindo.


Sobre a entrevistinha de Napoleão, percebei que o seu discurso estar parecendo com o discurso do atual governador da Paraíba, José Maranhão, que fica colocando a culpa pela sua incapacidade governamental no governo anterior em vez de trazer beneficio para os servidores do Estado. O sindicalista, na mesma forma, fez duras criticas aos membros da administração anterior do SINTAB (que o prefeito Veneziano não se batia com muitos deles), dizendo que pegou um sindicato com muitas dificuldades na parte financeira e moral, e o engraçado é o presidente contratou um assessor particular para assuntos sindical, onde a Diretoria já compõem 2 diretores para assunto sindical que no caso são; Nazito Pereira da Costa Júnior e Lúcio Flávio Moreira Cavalcante (confira a lista de diretores no site do SINTAB), mas o SINTAB que estava passando por crise financeira, logo após a posse de Napoleão contratou o ex-candidato a prefeito pelo PSOL na eleição de 2008, o senhor Sizenando Leal Cruz, pagando um bom salário desnecessariamente, ou melhor, sem precisão, já que tem dois diretores exercendo essa mesma função nos quadros do SINTAB.


Um dos jornalistas perguntou sobre as criticas que o prefeito e seus secretários fazem, dizendo que ele estar usando o sindicato para se promover politicamente, ele respondeu que não tem interesses, deseja terminar seu mandato e concluir seu doutorado, mas deixou uma pulga na orelha com essa afirmação: “Se um filho de burguês pode ser candidato, por que um gari ou um professor não pode ser!”...


Em conversa com um professor e com uma professora do município de campina Grande, eles mostraram estar indignados com o papelão do presidente do SINTAB, que em vez de se preocupar com a elaboração de propostas para DATA BASE, fica preocupado com a promoção pessoal da sua imagem para fins políticos partidários.



Ano passado os servidores entraram em greve, depois de mais de 30 dias o prefeito entrou com ação na justiça para decretar a ilegalidade da greve, e assim foi feito humilhando todos os servidores que saíram de uma longa greve sem conquista real, ou melhor, cheios de derrotas e cansaços, já que a greve não teve um bom proveito para a categoria, só foi bom para Napoleão se manter na mídia.


O SINTAB em vez de recorrer perante o Tribunal de Justiça da Paraíba, acatou o pedido e ficou calado gerando assim prejuízo para a categoria que tiveram que aceitar uma esmola de 8% de reajuste salarial. Mesmo diante de tanta derrota, Napoleão ainda levou a categoria para AABB e lá comemorou a Greve da Derrota com a musica de Geraldo Vandré: “Vem vamos embora que esperar não é fazer quem sabe faz na hora não espera acontecer”. Se Napoleão sabe que poderia derrubar a decisão que decretou ilegal a greve, por que ele não fez acontecer?




O neo-sindicalismo é peso forte nas costa dos trabalhadores!...




Clique nas fotos para ampliar























































Xote da Insegurança

Xote da Insegurança

Xote da Insegurança

Autor Martins da Cachoeira, parodia musica Xote Ecológico Luíz Gonzaga


Não posso passear não posso mais andar,

O crime estar crescendo, onde iremos morar?

As favelas aumentando e os bandidos vão reinar

E até na policia não dar mais pra acreditar

Cadê a honestidade?

Corrupção comeu

Os homens do povo?

Corrupção comeu

O juiz bandido?

Corrupção comeu

Só a insegurança sobreviveu.




Xote Ecológico

Luíz Gonzaga

Composição: Luíz Gonzaga

Não posso respirar, não posso mais nadar
A terra está morrendo, não dá mais pra plantar
Se planta não nasce se nasce não dá
Até pinga da boa é difícil de encontrar

Cadê a flor que estava aqui?
Poluição comeu.
E o peixe que é do mar?
Poluição comeu
E o verde onde que está ?
Poluição comeu
Nem o Chico Mendes sobreviveu

Fiz esta parodia em homenagem ao grande Luiz Gonzaga, O Lula do sertão, que teve coragem de defender a natureza e seu mestre Chico Mendes que foi morto em defesa da nossa Terra.



José Martins

Martins da Cachoeira

O GARI




Deixei de fazer Direito por que o Brasil é muito errado.

Deixei de fazer Direito por que o Brasil é muito errado.

Deixei de fazer Direito por que o Brasil é muito Errado.



Sou José Martins de Paiva, popularmente conhecido como Martins da Cachoeira, O GARI.



A Historieta do Gari


Quando criança fui um menino de rua, dormi nas calçadas no centro de Campina Grade, pedi esmola, peguei “morcego em ônibus”, quebrei vidro de carro, comi resto de comida dentro de tambor de lixo, catava os restos de frutas estragadas na feirinha de fruta que fica nas proximidades da rodoviária velha da nossa cidade, meus pratos preferidos eram, tripa de galinha (que eu pegava nas granjas) com xerém e às vezes as galinhas mortas em quintais do povo que jogava em terreno baldio e dentro do canal das piabas, quando eu descia para catar lixo a fim de vender em sucata, aproveitava para levar os frangos e galinha mota às vezes muita já entrando em estado de decomposição.



Lembro-me quando ficava nu, sem calção, enfrente a catedral de Campina junto com minha mãe esmolando dos filhos de Deus um trocado para matar a fome dos meus irmãos que ficavam em casa esperando o “rango” chegar. Meu pai trabalhava de gari e o então prefeito Enivaldo Ribeiro estava com mais de três meses sem pagar a muitos servidores, que já não recebia um bom salário e ainda tinham que passa pela humilhação do atraso e quando recebia mal dava para pagar ao dono da mercearia, quanto mais compra comida e vestes para nós vestir. Meu pai passou a viver no mundo do alcoolismo e minha mãe seguia o mesmo caminho dele, por isso que às vezes eu fugia de casa junto com meu irmão para dormir nas ruas. Mas graças a Deus que meus pais deixaram a vida de alcoolismo de lado.


Por volta dos meus 14 a 15 anos de idade minha mãe foi alfabetizada por membros das Testemunhas de Jeová, ela aproveitou o ensejo para também me alfabetizar e quando completei 15 anos fui estudar já sabendo ler, só faltava aprender escrever, por que minha letra era de imprensa, e incentivado por minha mãe e pelas senhoras que representantes das Testemunhas de Jeová li meu primeiro livro, a Bíblia Sagrada, depois lei muitos outros livros e gibis que eu achava quando saia para catar lixo, por que também fazia parte do meu currículo.


Por volta dos meus 17 anos de idade fui procurar emprego e passei por grande descriminação que nem Satanás agüentaria os desprezos e humilhação que passei a procura de emprego, por que muitos até diziam que tinha vagas, mas depois de identificar o meu endereço isto é, ao saber que eu morava na Favela da Cachoeira me negavam a oportunidade de trabalhar, deixando-me revoltado com Deus e com o diabo e com sua “Santa Sociedade” aqui na Terra que defende o seu nome e despesa seus humildes filhos. Confesso que quase que entrei no mundo da criminalidade, entretanto, o conhecimento adquirido na Bíblia e nos livros que achava no lixo e trazia para casa como troféu me livrou da desgraça que os filhos do diabo da sociedade predestinaram para mim.


Com 18 anos fui trabalhar de balconista na extinta granja Camesa da família Jatobá, nesse mesmo período fiz concurso para trabalhar de gari na PMCG e fui aprovado, estando trabalhando até hoje na mesma função. Terminei meu ensino fundamental e médio por meio de supletivo e fiz vestibular na rede publica, 2 vezes para comunicação social não obtendo êxodo e uma vez pra filosofia ficando na quarta posição na lista de espera. Em 2002 fui convidado a fazer parte da Associação dos Moradores da antiga Favela da Cachoeira o convite me veio pelo medico do UBSF, Dr. Laydson e pela a assistente social da Unidade de Saúde da família (UBSF/ Tota Agra) a senhora Gloriete, passei a fazer parte do Conselho de Saúde Comunitário da favela da Cachoeira e da Comissão de Moradores que era sempre enganada nos períodos pré-eleitoral, onde políticos juntos com o presidente da Associação os levavam a conhecer terrenos e prometia a relocação da favela, depois que passava o período eleitoral todo mundo esquecia dos favelados.


Comecei as ações de líder comunitário orientando o povo sobre seus diretos e cobrando dos governantes ações sociais por meio da imprensa, e por saber me expressar passei a adquirir o respeito dos que fazem a imprensa campinense, sempre quando ligava para as emissoras de radio, para facilitar a locução sempre falava, ao entrar no ar, quem vos fala é o Martins da Cachoeira já que tinha outro Martins que sempre ligava para as emissoras de radio, visando não conciliar a mesma pessoa ao nome Martins sempre me identificava pela favela que morava, a Cachoeira. Participei de varias reuniões com representantes dos governos municipal e estadual e era de praxe gravar as reuniões depois se não cumprisse com o prometido para a minha comunidade jogava ao conhecimento publico as promessas recheadas de ilusão, então repassava as copias das fitas gravadas que era revelada aos ouvintes a promessa já invalida por ter passado o tempo determinado para se promover a relocação da Favela da Cachoeira, continuamos cobrando dos governantes de plantão e o ex-governador Cássio Cunha Lima atendendo as nossas cobranças fez o Bairro da Gloria I e II, acabando com o sofrimento do meu povo, que agora conseguem dormir em paz em noite de inverno, garças a nossa luta e a postura política do então governado da Paraíba Cássio Cunha Lima que em vez de me perseguir atender os reclames da comunidade por meio da minha voz .


Em 2004 diante das repercussões do meu nome na mídia em defesa da minha comunidade e dos servidores da Prefeitura Municipal de campina Grande (PMCG) fui convidado pelo então vereador Veneziano Vital do rego a fazer parte de um partido que lhe apoiava (PSDC) e quem sabe podia até sair como vereador no preito. Aceitei o convite, mesmo não sabendo na época o que era Política e sai candidato tendo 317 votos de graça sufragados nas urnas, mas o partido não tinha interesses de gerar o coeficiente eleitoral, servindo apenas como quartel de alienação para cabo eleitoral voluntário do candidato a prefeito. Então candidato a prefeito Veneziano, apoiado pela nossa legenda foi eleito porem eu fui obrigado a romper com ele por que depois de eleito não estava, mas se comportando como antes, isto é defendendo os servidores publico, o prefeito queria parcelar os três meses e um décimo terceiro salário deixados pelo governo de Cozete Barbosa em 15 vezes, não concordei com o prefeito, por que eu sabia que tinha entrado no dia 30 de dezembro de 2004 uma boa quantia de FPM que dava para pagar de uma só vez a todos os servidores e ainda sobrava dinheiro para pintar uns muros de escolas, e fazer reformas em vários prédios publico pertencentes à PMCG. Isso me fez romper com prefeito por que na minha ótica ele não, mas defendia prefeito os servidores como antes.


Em 2006 sai, mais uma vez candidato só que a deputado estadual, só que não tive êxodo, por que não existi interesse na legenda de fazer um deputado, já que o número de candidato não dava para fazer um terço do coeficiente eleitoral, mesmo assim fui o mais votado com 1054 votos limpos e puros. Em 2008, mas uma vez tentei novamente, tendo a possibilidade de vitória, onde a própria imprensa reconhecia essa possibilidade do gari ser eleito vereador em campina Grande, só que as forças ocultas da esfera da política campinense conseguiram cancelar minha candidatura, quando o cartório eleitoral me intimou a apresentar o numero de protocolo da prestação de contas da campanha anterior, que tenho guardado até hoje em minha casa, só que até hoje não recebi o esse comunicado em mãos, fui informado do cancelamento por meio da imprensa. Entrei com recurso fora do prazo e perdi. Hoje estou me recuperando das magoas para poder me preparar cada vez mais e seguir nesse destino agüentando criticas e calunias em cima do meu nome por que mantenho minha integridade que é lutar pelo povo, por isso que muitos tentam me atrapalhar de ser o que sou, mas Deus me dar força para prosseguir nessa luta tão árdua e pesada que passo para ser o que sou.


No fim do ano 2006 fiz vestibular em uma faculdade particular de Campina Grande e passei no Curso de Direito, depois por motivo de saúde tive que trancar a matricula, apesar de saber que o curso de Direito na bate com minhas idéias, por que sou um critico da maior mentira contida na Nossa Constituição Federal que diz no seu artigo quinto que todos são iguais perante a Lei, ou perante a letra morta. O que vejo é tudo correndo ao contraio do que a lei afirma ser verdade, por isso que deixei de fazer Direito por que o Brasil é muito errado.


Ao ser aprovado no vestibular, recebi varias criticas de canalhas e gentalhas que me questionava sobre quem pagava minha faculdade, chegando até a afirmar em programa de radio na Radio Caturite que era o ex-governador da Paraíba Cássio Cunha Lima que pagava minha faculdade, até membros do diretório municipal do Partido dos Trabalhadores em Campina em vez de me ajudar no pagamento da mensalidade ficava me criticando me chamando de assecla do deputado federal Damião Feliciano que é proprietário da faculdade e nunca me deu um livro nem 0,10 centavos para ajudar nos xérox que é muito exigido a tiragem no curso superior.


Recebi essas criticas na imprensa e em assembléia do SINTAB muitos sindicalistas seguiram a mesma lógica profana de destruição de um petista e outros que me criticavam por esta em uma faculdade particular, alegando eles que o salário que recebo da PMCG, exercendo a função de GARI concordado, não me dar oportunidade de pagar a mensalidade em uma faculdade particular fazendo o curso muito caro e de ordem elitista, de fato o meu salário não dar, mas Deus é pai e o povo é inteligente, e ainda tem muita gente inteligente na Terra que em vez de ficar criticando e tentado destruir os sonhos de um cara que já foi menino de rua e hoje vive lutando em busca do crescimento, e em vez de ter apoio da maioria, o que encontra é só criticas de pessoas que não ajuda em nada, mas ficam torcendo pela desgraça dos outros esperando ver o gari Martins da Cachoeira cair no mundo da criminalidade para depois o condenar, só que não dou meu braço a torcer. Com critica ou sem critica eu vou vencer.



Mesmo com as criticas de muitos e elogios de um poucos, que para mim vale mais que muitos doentes defensores das desgraças, vou continuar lutando por um mundo melhor.

Concurso Público, Que  Bosta!

Concurso Público, Que Bosta!






Concurso Público, Que  Bosta!






Vou estudar pra valer
Valer o estudo valendo.
Vou me preparar para um concurso,
Por que o vestibular estar correndo
A procura dos cheira colas
Que a cola estar fazendo.

Leio muito, com muita dedicação,
Aumento o conhecimento
Pratico a memorização,
Buscando o melhoramento,
Só que o desconhecimento
Tem mais valorização.

É perigoso fazer um concurso.
É desvantajoso o vestibular.
O gabarito às vezes é liberado
Antes das provas começar,
E o filhinho de papai
É aprovado sem estudar.

O jeitinho dentro do jeito
Vale mais que o conhecimento.
Faz concurso e não convocam
Os aprovados do momento
Depois o concurso perde o valor
Massacrado pelo tempo.

Usa-se a própria lei
Para roubar o povo na cara
Promovendo um concurso publico
Dizendo que existe X vagas.
E o povo enganado
Fica surdo, mudo, se cala.

Se um governante A fez um concurso
O B diz que não convoca
Até parece que o Estado
É sua propriedade própria.
E o povo como fica?
Fedendo igual a bosta.

Tem governo que nos trata
Como um “pinico de bosta”
Que só serve pra ser usado
Quando a diarréia encosta.
E as máfias dos concursos
Sobrevive das mentiras
Das suas falsas propostas.



Poema do gari


Martins da Cachoeira

Autor: José Martins de Paiva



VEJA MAIS:

Fraude no Vertibular 2010.1 – Provas da Universidade Estadual do Ceará (Uece) podem ser anuladas



Alunos dizem que houve fraude no vestibular da Estadual do Ceará



Venda de provas de vestibular e fraudes em concurso



Fraude em concursos não é crime de estelionato



Confirmada fraude no concurso público do Governo do Mato Grosso. Saiba mais!



Polícia impede fraude em concurso de Agente Penitenciário da Paraíba



Polícia comprova fraude no vestibular da UEPB