Campina Grande


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Campina Grande é um município brasileiro situado no estado da Paraíba.
Considerada um dos principais polos industriais da Região Nordeste e o maior polo tecnologico da america latina segundo a revista norte americana Newsweek,Campina Grande foi fundada em 1º de dezembro de 1697, tendo sido elevada à categoria de cidade em 11 de outubro de 1864.
A cidade possui uma agenda cultural variada, destacando-se os festejos de São João, que acontecem durante todo o mês de junho (chamado de "O Maior São João do Mundo"), a Micarande, um dos mais tradicionais carnavais fora de época do país, o Encontro da Nova Consciência, um encontro ecumênico realizado durante o carnaval, além do Festival de Inverno, Festival de Cinema de Campina Grande.
De acordo com estimativas de 2009, sua população é de 383.764 habitantes, sendo a segunda cidade mais populosa da Paraíba. Campina Grande já foi indicada pelo jornal a Gazeta Mercantil, como a cidade mais dinamica do nordeste e 6ª cidade mais dinamica do Brasil.
A cidade tem o segundo maior PIB entre os municípios paraíbanos, representando 13,63% do total das riquezas produzidas na Paraíba. Uma evidência do desenvolvimento da cidade nos últimos tempos é o ranking da revista Você S/A, no qual Campina Grande aparece como uma das 10 melhores cidades para se trabalhar e fazer carreira do Brasil, única cidade do interior entre as capitais escolhidas no país..
A Região Metropolitana de Campina Grande, formada por 23 municípios, possui uma população estimada em 687.545 habitantes, sendo a maior zona metropolitana do interior nordestino, quarta maior zona metropolitana do interior brasileiro, 24ª maior do Brasil e 787º maior do mundo.
Campina Grande também é conhecida como cidade universitária, pois conta com três universidades públicas e onze privadas. É comum estudantes do Nordeste e de todo o Brasil virem morar no município para estudar nas universidades locais. Além de ensino superior, o município oferece capacitação para o nível médio e técnico.
"Rainha da Borborema"
"Campina"
"Liverpool brasileira"
"Capital do Trabalho"
"Cidade Universitaria"
"Tech City"
"Capital do Interior do Nordeste"
A urbanização do município tem um forte vínculo com suas atividades comerciais desde os primórdios até hoje. Primeiramente o município foi lugar de repouso para tropeiros, em seguida se formou uma feira de gado e uma grande feira geral (grande destaque no Nordeste). Posteriormente, o município deu um grande salto de desenvolvimento devido às atividades tropeiras e ao crescimento da cultura do algodão, quando Campina Grande chegou a ser a segunda maior produtora de algodão do mundo. Atualmente, o município tem grande destaque no setor de informática e desenvolvimento de softwares. Abaixo, seguem-se as etapas da urbanização do município de Campina Grande, passando pelos estados de "sítio", vila e município. Os estrangeiros deram forte contribuição ao desenvolvimento do Município, destacando-se os árabes, alemães, italianos e dinamarqueses, que influenciaram a política durante 20 anos no século XX.
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Monumento da Praça Clementino Procópio. Feito em homenagem a Teodósio de Oliveira Lêdo.
Ocupação pelos índios Ariús
Normalmente a origem de Campina Grande é creditada à ocupação pelos índios Ariús no sítio de Campina Grande, liderados por Teodósio de Oliveira Lêdo, Capitão-mor dos Sertões, em 1º de dezembro de 1697. 
Entretanto, alguns autores não concordam com essa versão, sugerindo que o local já era povoado (com o nome de Campina Grande) na chegada de Teodósio com os Ariús. O Capitão-mor teria feito, nessa última versão, a consolidação do povoado e seu desenvolvimento que já encontrava-se povoado, integrando o sertão com o litoral, levando em consideração que o posicionamento geográfico de Campina Grande é privilegiado, sendo passagem dos viajantes do oeste para o litoral paraibano.
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Prédio que funcionava a primeira cadeia de Campina Grande, atual Museu Histórico e Geográfico de Campina Grande.
Os Ariús formaram a primeira rua do lugar, com casas de taipas. Mais tarde a rua foi chamada de Rua do Oriente, que hoje é a rua Vila Nova da Rainha. A igreja construída no alto da ladeira deu origem a várias casas em seus arredores e atualmente é a Catedral de Campina Grande. O largo da Matriz, a rua onde foi construída a igreja, posteriormente tornou-se uma das ruas mais importantes da cidade: a Avenida Floriano Peixoto. A economia do povoado era sustentada pela feira das Barrocas, por onde passavam vários boiadeiros e tropeiros.
Assim, aos poucos, o povoado torna-se vila, devido ao progresso comercial que havia obtido. Quando o povoado de Campina Grande surgiu, poucos locais populosos existiam na Paraíba, a exemplo: Alhandra e Jacoca, Baía da Traição e Cabedelo, no litoral; Monte-mor, Taipu e Pilar, na região da Várzea; Boqueirão, no Cariri; e Piranhas e Piancó, no Sertão.
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Algodão pronto para colheita.
Crescimento com o Ouro Branco
Com o tempo a cidade ia se desenvolvendo, mas somente no início do século XX foi que mudanças econômicas e mudanças nas condições de vida vieram a realmente acontecer significativamente.
O algodão no início do século XX foi para Campina Grande a principal atividade responsável pelo crescimento da cidade, atraindo comerciantes de todas as regiões da Paraíba e de todo o Nordeste. Até a década de 1940, Campina Grande era a segunda maior exportadora de algodão do mundo, atrás somente de Liverpool, na Inglaterra. Por isto, Campina Grande já foi chamada de a "Liverpool brasileira". Devido ao algodão, nesses anos Campina viu crescer sua população de vinte mil habitantes, em 1907, para cento e trinta mil habitantes, em 1939, o que representa um crescimento de 650% em 32 anos. João Pessoa só chegou a possuir uma população equivalente na década de 1950 (conforme gráfico da demografia de João Pessoa).
É importante ressaltar que a cidade nunca produziu algodão, seu sucesso na atividade se deve ao fato de que Campina era a única cidade do interior do Brasil a possuir uma máquina de beneficiamento de algodão, a matéria prima necessária para a produção vinha de cidades produtoras vizinhas.
O beneficiamento do algodão teve um impulso importante com a chegada das linhas ferroviárias para a cidade. Com o uso do trem, houve uma grande mudança na economia local: Campina pôde mais facilmente exportar sua produção de algodão beneficiado (o "Ouro Branco"), assim como outros produtos para os portos mais próximos, principalmente o de Recife.
Até 1931, a Paraíba foi o maior produtor de algodão do Brasil, com produção de 23 milhões de quilos de algodão em caroço. Com a crise do café em São Paulo, este passou a produzir algodão como alternativa. Em 1933, São Paulo já produzia 105 milhões de quilos em comparações com seus 3,9 milhões em 1929. Vários fatores foram responsáveis para o decadência de Campina Grande no ramo do algodão, os principais foram: 1) inexistência de um porto na Paraíba para grandes navios, fazendo com que Campina Grande tivesse que usar o porto de Recife, mais distante, para o transporte do algodão); 2) preço em comparação ao produto de São Paulo; 3) Ingresso de outras empresas estrangeiras no mercado do algodão.
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Estação Ferroviária Great Western, inaugurada em 1907. Hoje o prédio sedia o Museu de História e Tecnologia do Algodão.
Se João Pessoa, na época, tivesse um porto pelo menos do tamanho do de Recife, a história poderia ter sido diferente; Campina Grande continuaria por mais alguns anos a possuir o crescimento anormal que estava tendo e hoje seria uma cidade muito maior.
No decorrer do século XX, a capital da Paraíba, João Pessoa, perdeu importância e viu a ascensão de Campina Grande, cidade do interior do estado. A economia pessoense, na primeira metade do século, praticamente se estagnou. Até os anos 1960, era, com um exagero talvez, praticamente uma capital administrativa, pois Campina Grande aproximou-se do posto de João Pessoa de cidade mais importante do estado, já que, nesse período, Campina Grande despontava como importante polo comercial e industrial não só do estado, mas também da Região Nordeste. João Pessoa, naquela época, tinha poucas indústrias e apenas desempenhava funções administrativas e comerciais.A partir dos anos 1960, após grandes investimentos privados e governamentais, tanto do governo estadual quanto do governo federal, João Pessoa ganhou novas indústrias e importância, reafirmando sua posição de cidade principal do estado, em termos econômicos.
  
Antigo Núcleo de Processamento de Dados da UFCG. O primeiro computador em universidades do norte-nordeste do Brasil (um IBM 1130) foi instalado aqui, em 1967, ocupando o primeiro andar do prédio.
Tech City
Há muito tempo o município apresenta forte participação na área tecnológica. Nos anos 40, Campina Grande era a segunda exportadora de algodão do mundo[carece de fontes], sendo o primeiro lugar Liverpool, na Grã-Bretanha. Em 1967, a cidade recebe o primeiro computador de toda a Região Nordeste do Brasil, que ficou no Núcleo de Processamento de Dados da Universidade Federal da Paraíba, Campus II (hoje Universidade Federal de Campina Grande). Hoje, tantos anos depois, Campina Grande é referência em se tratando de desenvolvimento de Software e de indústrias de informática e eletrônica.

A revista americana Newsweek escolheu, na edição de abril de 2001, nove cidades de destaque no mundo que representam um novo modelo de Centro Tecnológico. O Brasil está presente na lista com Campina Grande, que foi a única cidade escolhida da América Latina. Em 2003, mais uma menção foi feita à cidade: desta vez referenciada como o "Vale do Silício brasileiro", graças, além da high tech, às pesquisas envolvendo o algodão colorido ecologicamente correto. As nove cidades escolhidas pela Newsweek foram: Akron (Ohio - EUA); Huntsville (Alabama - EUA); Oakland (Califórnia - EUA); Omaha (Nebraska - EUA); Tulsa (Oklahoma - EUA); Campina Grande (Paraíba - Brasil); Barcelona (Espanha); Suzhou (China); Côte d'Azur (França)).
Segundo a revista, o motivo para o sucesso foi a Universidade Federal da Paraíba, Campus II (que em 2002 tornou-se a Universidade Federal de Campina Grande). Desde 1967, quando os acadêmicos conseguiram apoio para comprar o primeiro computador do nordeste, um mainframe IBM de US$ 500 mil, criou-se uma tradição na área de computação que hoje tem reconhecimento em todo o mundo.
Campina Grande possui cerca de setenta e seis empresas produtoras de software, o que representa mais de 500 pessoas de nível superior faturando, ao todo, 25 milhões de reais por ano, o que representa 20% da receita total do município.
Ultimamente, o mais importante vínculo criado na cidade foi com o TecOut Center, em 2004, que fez aliança com a Fundação Parque Tecnológico da Paraíba, que desde 1984, em sua fundação em Campina Grande, deu origem a mais de 80 empresas de tecnologia. O TecOut Center surgiu com o objetivo de aproximar as empresas de tecnologias brasileiras das chinesas, propiciando uma interação tecnológica entre o Brasil e a China, gerando empregos e fortalecendo o desenvolvimento local.
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Açude Velho e parte do Centro de Campina Grande

Localização
A cidade localiza-se no interior do estado da Paraíba, no agreste paraibano, na parte oriental do Planalto da Borborema, na serra do Boturité/Bacamarte, que estende-se do Piauí até a Bahia. Está a uma altitude média de 555 metros acima do nível do mar. A área do município abrange 599,6 km².
Fazem parte do município de Campina Grande os seguintes distritos: Catolé de Boa Vista, Catolé de Zé Ferreira, São José da Mata, Santa Terezinha e Galante.
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Vista do Açude Velho

O Açude Velho, que é localizado no centro da cidade, foi inicialmente uma fonte de abastecimento de água para Campina Grande e região. Depois, quando a cidade passou a ter abastecimento encanado de água, sua finalidade inicial se perdeu, e, hoje, é um cartão postal e patrimônio histórico para a cidade.
O Açude Velho foi o primeiro açude que Campina Grande já teve. Foi construído por causa da seca que o Nordeste enfrentou de 1824 a 1828. Assim, a construção do Açude Velho pelo governo provincial da Paraíba foi iniciada em 1828 e concluída em 1830, sendo, por quase um século, o maior açude de Campina Grande. O açude foi construído onde antes havia o "riacho das Piabas". Não somente os campinenses se beneficiaram com ele, mas também habitantes de outros municípios da Serra da Borborema. Os outros açudes que vieram a ser construídos mais tarde foram o Açude Novo (1830) e o Açude de Bodocongó (1915).
Em 1841 o açude veio a ser reconstruído.
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Calçada do Açude Velho
Mais tarde, nos anos de 1845 e 1877 a região passou por outra grande seca, tendo sido o Açude Velho importantíssimo como fonte de água para a população.
Hoje em dia, o Açude Velho constitui talvez o mais famoso cartão postal da cidade.

Existem dois monumentos próximos ao Açude Velho, os Pioneiros da Borborema e as estátuas de Jackson do Pandeiro e Luiz Gonzaga.

Os Pioneiros da Borborema
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Os Pioneiros, estátua nas margens do Açude Velho
As estátuas intituladas de "Os Pioneiros da Borborema" foram inauguradas no dia do centenário da cidade, como uma homenagem, no dia 11 de outubro de 1964. A construção do monumento foi decidida por quase unanimidade entre os integrantes da comissão responsável pelas comemorações dos 100 anos de emancipação política Campina Grande. Houve coleta de sugestões com a população para as comemorações.
O monumento é constituido de três figuras representativas: o índio, a catadora de algodão e o tropeiro. O índio representa a origem primitiva da cidade e sua força de luta. A catadora de algodão representa a força da mulher e o acentuado desenvolvimento industrial da cidade gerado pelo ciclo algodoeiro. O tropeiro personifica o comércio e a resistência do povo campinense. O monumento tem sua frente em direção ao nascer do sol, demonstrando o progresso e a esperança com o futuro. Por muitos anos as estátuas indicavam a chegada à Campina Grande para quem chegava da capital e outras cidades do leste.
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Estátua de bronze de Luiz Gonzaga

Luiz Gonzaga e Jackson do Pandeiro
Estátuas de bronze de Luiz Gonzaga e Jackson do Pandeiro foram construídas próximas ao Açude Velho. Para evitar o vandalismo, sempre existe um guarda tomando conta das estátuas.
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Estátua de bronze de Jackson do Pandeiro.

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Peça artesanal ilustrando Os Pioneiros

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O índio e o tropeiro

Clima
O município está incluído na área geográfica de abrangência do semiárido brasileiro, definida pelo Ministério da Integração Nacional em 2005. Esta delimitação tem como critérios o índice pluviométrico, o índice de aridez e o risco de seca.
Campina Grande, por situar-se no agreste paraibano, entre o litoral e o sertão, possui um clima menos árido do que o predominante no interior do estado (clima tropical semiárido). Além disso, a altitude de 552 metros acima do nível do mar garante temperaturas mais amenas durante todo o ano. As temperaturas máximas são de 30 °C nos dias mais quentes de verão e 20 °C em dias de inverno. As temperaturas mínimas ficam em torno de 20 °C nos dias mais quentes de verão, ou 13 °C nas noites mais frias do ano. A umidade relativa do ar está entre 75 a 82 %. O inverno começa em maio e termina em agosto.
Hidrografia
Apesar de Campina Grande não possuir rios de proporção significativa, possui atualmente três açudes: o Açude Velho , o Açude de Bodocongó e oAçude Novo. Destes, o maior e mais importante é o Açude Velho, que tem área de mais de 250 m² e é um dos cartões-postais da cidade. Antigamente existia um outro açude, o Açude Novo, mas sobre este foi construído um parque público. O Açude Novo hoje representa outro importante cartão-postal de Campina Grande.
Outra característica hidrográfica Campina Grande separa, como área dispersora de águas fluviais, os afluentes do Rio Paraíba (nas direções sul e sudeste) dos afluentes do rio Mamanguape (direções norte e nordeste).
Vegetação
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Cássia-amarela
A flora é bastante diversificada, apresentando formações de palmáceas, cactáceas em geral, legumináceas e bromeliáceas, além de rarefeitas associações de marmeleiros, juazeiros, umbuzeiros, algarobos, etc.
Campina Grande encontra-se próxima das fronteiras de várias microrregiões de climas e vegetações distintas. Ao nordeste do município, a vegetação é mais verde e arborizada, como no Brejo Paraibano. Ao sudeste, encontra-se uma paisagem típica do agreste, com árvores e pastagens. A caatinga, vegetação rasteira, é a predominante no oeste e sul do município, típicos do clima e vegetação do Cariri.

Arborização
As quinze plantas ou árvores mais utilizadas na arborização campinense são (da mais frequente à menos frequente): Cássia-amarela, Algaroba, Sombreiro, Castanhola, Mata-fome, Cacau-bravo, Ipê-amarelo, Flamboyant, Oitizeiro, Figo-benjamina, Oliveira, Palmeira-imperial, Aroeira-da-praia, Espatódea e Cássia-brasil.
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Flamboyant

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 Oitizeiro

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Oliveira

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Palmeira Imperial

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Fábrica da Caranguejo

Economia
De acordo com estimativa do IBGE do ano de 2004, o PIB de Campina Grande foi de 2,442 bilhões de reais (0,16% do PIB nacional). Logo, houve um crescimento de 27,8 % entre os PIB dos anos de 2002 (1,6 bi) e 2004. Em 2004, Campina Grande se mostrou uma das cinco cidades com maior PIB do interior do Nordeste, que foram: Feira de Santana - BA (4,721 bi), Campina Grande - PB (3,098 bi), Ilhéus - BA (1,706 bi), Canindé de São Francisco - SE e Petrolina - PE (1,932).[11] Neste ano, o setor industrial apresentou um bom desempenho, principalmente em vestuário e calçados.
As principais atividades econômicas do município de Campina Grande são: extração mineral; culturas agrícolas; pecuária; indústrias de transformação, de beneficiamento e de desenvolvimento de software; comércio varejista, atacadista e serviços. O município é grande produtor de software para exportação.
A posição privilegiada de Campina Grande contribui para que seja um centro distribuidor e receptor de matéria-prima e mão-de-obra de vários estados. Campina Grande tem grande proximidade com três capitais brasileiras: Natal, João Pessoa e Recife. Além disso, dentro do próprio estado, situa-se no cruzamento entre a BR-230 e a BR-104.
Setores
Em 2003, Campina Grande possuía aproximadamente 1229 fábricas (atividade industrial), 200 casas de comércio atacadista e 3200 unidades de comércio varejista. 
No setor de prestação de serviços, Campina Grande é um importante centro econômico, especialmente para as dezenas de cidades que fazem parte do Compartimento da Borborema. Na agricultura, destaca-se o algodão herbáceo, feijão, mandioca, milho, sisal, além de outros produtos de natureza hortifrutigranjeira que representam 6000 toneladas mensalmente comercializadas. A pecuária atua em função da bacia leiteira. Já em 1934, era inaugurada a primeira usina de pasteurização do município.
A área de informática movimenta anualmente cerca de 30 milhões de dólares (o que ainda é bem pouco perto do grande potencial dos softwares), com cerca de 50 empresas de pequenas, médio e grande porte.
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O Maior São João do Mundo
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Turismo e lazer
Herdeira da cultura nordestina, Campina Grande luta por manter vivo o rico patrimônio representado pelas manifestações culturais e populares dessa região. A quadrilha junina, o pastoril, as danças folclóricas, o artesanato, etc., são alguns exemplos de manifestações da cultura popular que ainda encontram lugar na cidade.
Historicamente, Campina Grande teve, e continua tendo, papel destacado como polo disseminador da arte dos mais destacados artistas arraigados na cultura popular nordestina, a exemplo dos "cantadores de viola", "emboladores de coco", poetas populares em geral. Especialmente na música, é inegável a importância desta cidade na divulgação de artistas do quilate de Luiz Gonzaga, Rosil Cavalcante, Jackson do Pandeiro, Zé Calixto, dentre muitos, e até pelo surgimento de outros tantos como Marinês, Elba Ramalho, etc...
Eventos como "O Maior São João do Mundo", Festival de Violeiros, "Canta Nordeste", as vaquejadas que se realizam na cidade, além de programações específicas das emissoras de rádio campinenses, contribuem fortemente para a preservação da cultura regional.
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Açude Bodocongó, Campina Grande, Paraíba

Áreas verdes
Açude de Bodocongó 
O Açude de Bodocongó é um açude de água salgada originalmente criado por conta da escassez de água na região, uma vez que o Açude Novo e o Açude Velho já não estavam suprindo as necessidades da população. Além do mais, o Açude de Bodocongó fica muito distante dos Açudes Novo e Velho, podendo abastecer gente que morava muito longe do centro da cidade.
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Visão do Açude Bodocongó a partir de lugar próximo ao PacTcPB. É possível ver o Ginásio O Meninão ao longe

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Mata Florestal 
A Mata Florestal do distrito de São José da Mata encontramos um pouco da Mata Atlântica 
existente no local.
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Marco Zero da cidade, no Parque do Açude Novo, Campina Grande, Paraíba

Açude Novo 
O Açude Novo ou Parque Evaldo Cruz é um parque em formato circular que fica no Centro da cidade, próximo ao Parque do Povo. Atualmente trata-se de um parque de 46 875 m² com muitos bancos e árvores, assim como pequenos restaurantes que ficam em volta de uma fonte. Um grande obelisco se encontra no centro do parque. No passado, era um açude de verdade.
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Pilar do Açude Novo

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Vista geral do Açude Novo

O antigo Açude Novo foi construído no ano de 1830 com o objetivo de abastecer a população de água por conta da seca na época, sendo o segundo açude da cidade (o primeiro foi o Açude Velho e o terceiro foi o Açude de Bodocongó).
Por quase 100 anos o Açude Novo e o Açude Velho foram as únicas fonte de abastecimento de água segura da população da vila (mais tarde, cidade). Inclusive, tendo chegado a secar em períodos críticos. Em 1927, a cidade contava com um novo sistema de abastecimento d'água (o de Puxinanã), tendo os Açudes Velho e Novo perdido sua finalidade.
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Palmeiras Imperais

Em 31 de janeiro de 1976, o Açude Novo foi transformado em parque pelo Prefeito Evaldo Cruz, que lhe deu o nome de Parque do Açude Novo. Após a morte do ex-prefeito, em 1985, foi dado, em sua homenagem, o nome de Parque Evaldo Cruz, no entanto todos ainda o chamam de Açude Novo, como antigamente. Como a história do lugar ficou esquecida pelo povo campinense, muitos não entendem (e muitos nem pensam sobre) porque o lugar é chamado de açude se lá não tem açude nenhum (apenas uma fonte).
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Obelisco do Açude Novo

Na inauguração das fontes do Açude Novo, houve uma grande reunião de pessoas que se admiravam com as fontes luminosas, no início da década de 1990. Muitas cores se mesclavam com os jatos d'água que levantavam o líquido a vários metros de altura, formando uma visão bonita em conjunto com o pilar. Mais tarde, a exibição de fontes luminosas deixou de acontecer, embora em 2005, as fontes passaram a ser ligadas, à noite, durante os finais de semana.
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Nem todos os notam, mas esses arcos estão no Açude Novo

No início de 2002, o Açude Novo foi fechado para reformas. Até então, nele havia, além da fonte, do pilar e das árvores e bancos, brinquedos para crianças brincarem: balanços, escorregos, etc. No entanto, o lugar já estava muito velho e esquecido. Com a reabertura do parque, em junho de 2004, renovaram os bancos, a fonte, a arquitetura, mas os brinquedos deixaram de existir. Para as crianças da cidade, havia o Parque da Criança, contruído em 1993. Ao redor das fontes várias Palmeiras Imperiais adornam a beleza do parque, formando um círculo, com o formato do próprio Açude Novo.
Existe um palco que é utilizado para shows no Açude Novo. Atrações de alguns eventos da cidade se apresentam neste espaço, como as do Encontro da Nova Consciência e do antigo Cantinho da Paz, o atual Cantinho da Benção.
Atualmente, o Açude Novo é um dos cartões postais da cidade e também um espaço de lazer, diversão e cultura para seus habitantes.
Louzeiro 
O espaço Louzeiro, localizado entre os bairros da Conceição, Jeremias, Rosa Mística, Alto Branco, Jenipapo, Cuités e Palmeiras, é uma área de preservação ambiental. Sua rica diversidade natural faz parte da história do município de Campina Grande e, em consequentemente, a do estado da Paraíba. E, segundo a classificação de caatinga de George Eitel, o bioma do Louzeiro se enquadra no tipo Caatinga Florestal, possuindo árvores de grande porte como Baraúnas, Malungus, Catanduvas entre outras.
Parque das Pedras 
Localiza-se entre os municípios de Campina grande e Pocinhos, sua fauna e flora pode ser contemplada por todos que conhecem.
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Pirâmide do Parque do Povo

Parque do Povo 
O Parque do Povo, onde é realizado O Maior São João do Mundo, possui uma área de 42 mil e 500 metros quadrados situada no centro de Campina Grande. É no Parque do Povo que se situa a "Pirâmide do Parque do Povo", que é a única área coberta do Parque, em formato de uma pirâmide. Uma pena que o atual prefeito tenha deixado esse local de grande importância para a cidade de Campina Grande em estádo deplorável(a população clama por uma reforma urgente).
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Monumento em homenagem à Teodósio de Oliveira Lêdo

Praça Clementino Procópio 
A Praça Clementino Procópio, onde se encontra um monumento feito em homenagem a Teodósio de Oliveira Lêdo, bem como coretos e diversas estátuas, é popularmente também conhecida por "Praça dos Hippies".
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Uma estátua e coreto da Praça Clementino Procópio
A praça possui diversos elementos: edificações, esculturas, estacionamento, coreto, lanchonetes, playground, poemas em formas de monumentos, pontos de ônibus e de táxi, sanitários e bustos. O arquiteto responsável por seu desenho arquitetônico foi o arquiteto e engenheiro civil Geraldino Pereira Duda
Possui uma quantidade significativa de espécies de árvores e vegetais em sua área, garantindo uma cobertura arbórea na maioria dos pontos. As edificações existentes dentro da praça oferecem livrarias populares, lanchonetes e serviços de apoio ao cidadão. Na praça também se encontra o extinto Cine Capitólio.
É na Praça Clementino Procópio que se encontra o monumento feito em homenagem a Teodósio de Oliveira Lêdo.
E, também, onde tem o evento "Sexta Cultural Na Praça".
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Vista da Praça da Bandeira. Casa de pombos à direita
Praça da Bandeira 
A Praça da Bandeira, ou Praça dos Pombos, é o principal ponto de encontros devido principalmente a sua posição estratégina no coração do centro da cidade.
Outras áreas verdes
Como outras áreas verdes de Campina Grande, existem o Parque da Criança , o Parque da Pedras, a Praça do Trabalho, dentre outras.
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Praça da Bandeira no início do Século XX.
Atualmente, a praça serve de área de lazer e para eventos políticos e sociais. Durante O Maior São João do Mundo e o Festival de Inverno de Campina Grande, a Praça da Brandeira é utilizada como mais um local para shows e eventos.
É conhecida como "praça dos pombos" devido a grande quantidade de pombos que vivem no lugar. São tantos pombos que a prefeitura construíu várias casinhas para as aves, durante a contrução da praça. É um costume local de pais e mães comprarem milho para jogar aos pombos, deixando seus filhos animados ao ver o vôo de dezenas de pombos em direção à comida.
O lugar é também um ponto comum de encontro entre os estudantes dos diversos colégios que ficam no centro da cidade. Todos os dias, após o meio-dia, quando os alunos normalmente saem do colégio, a praça lota completamente.
Na Praça da Bandeira ficam três bancas de revistas e uma espécie de prédio onde antigamente se concentravam engraxates, em um secção específica do prédio. Atalmente, alguns estabelecimentos como lugares de venda de café, discos / CDs/ DVDs e outras lojinhas. Há também um pequeno sebo de livros nesta praça.
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Shopping Boulevard Campina Grande.
Shopping centers
Os principais shopping centers da cidade são (organizados em ordem pelo o seu tamanho): Shopping Boulevard Campina Grande (O maior da cidade, contando com algumas lojas, ver artigo principal), Shopping Cirne Center, Shopping Luiza Motta, Shopping Babilônia Center, Shopping Centro Edson Diniz, Shopping Maanaim Center e Shopping Campina Grande. 

Atualmente está sendo construído na cidade o Shopping Cultural, que deve ser inaugurado em 2010.
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Evento "Encontro da Nova Consciência".

Eventos importantes
Todos os anos Campina Grande se torna um espaço de debates sobre Ciência, Cultura, Arte e Tradições Religiosas. Desde 1991, o "Encontro para a Nova Consciência", que teve nome alterado para "Encontro da Nova Consciência", reune multidões para discutirem sobre assuntos que dizem respeito, no geral, ao Patrimônio Cultural Imaterial. O evento reúne público de todo o Brasil e consta em calendários de turismos de eventos nacionais.
Durante o período de Carnaval, muitas pessoas, ao viajar, esvaziavam a cidade, que ficava ociosa. Desde 1991 o Encontro da Nova Consciência mudou a cara de Campina Grande, preenchendo o período de carnaval com uma Cultura de Paz. Turistas de todo o Brasil lotam as redes de hoteis, restaurantes, bares e outros serviços, alterando a economia local. Atualmente, redes alternativas de hospedagem são abertas por ser tão grande o número de pessoas que visitam a cidade neste período. Almaval foi o termo escolhido para designar o "Carnaval da Alma", celebração de valores que envolvem o corpo, a mente e o espírito.
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Abraço coletivo no Açude Novo.
O Encontro da Nova Consciência envolve, num período de 5 dias, grandes personalidades nacionais e internacionais para abordar temas de interesse de todos, como o diálogo inter-religioso, o desenvolvimento sustentável e a inclusão social.
São mais de 54 eventos paralelos que ocorrem em diversos pontos da cidade. Pessoas de todas as faixas etárias e segmentos religiosos se envolvem e o Encontro da Nova Consciência já conquistou espaço em mídias de massa de abrangência local e nacional, tendo reportagens passadas tanto em televisões locais, como na TV Paraíba, quanto em programas nacionais como no Fantástico, da TV Globo.
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Objetivo oficial do Encontro da Nova Consciência
"Do ponto de vista do crescimento do ser humano, na busca do autoconhecimento e do bem estar individual e coletivo, o Encontro se propõe a: Promover o ecumenismo no seu sentido mais amplo e abrangente, como forma de se chegar à paz mundial através da compreensão, da tolerância, do respeito e do amor. Promover o intercambio do conhecimento e das idéias nos campos das religiões, filosofias, ciências e artes, de uma forma harmoniosa e transdisciplinar, gerando uma grande corrente de saber e fraternidade entre os representantes de diferentes culturas e tradições"
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Eventos paralelos
Os seguintes eventos ocorrem no Encontro da Nova Consciência periodicamente, na maioria das vezes de forma paralela em diversos pontos da cidade, durante os dias de 

carnaval:
Encontro Paraibano de Neopaganismo
Seminário de Reiki
Seminário de Alimentação Natural
Seminário de Massoterapia
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Seminário de Medicina Tradicional Chinesa e Terapias Complementares
Seminário de Xamanismo
Oficinas, Vivências e Cursos
Miep Movimento de Integração do Espírita Paraibano
Encontro Nordestino do Movimento Hare Krishna
Seminario de Ecologia
Encontrinho da Nova Consciencia
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Encontro Recortes do Cinema Paraibano
Ciclo de Palestras Sobre Sai Baba
Encontro da Ordem Sufi Halveti Jerrahi
Seminario Sobre O Islamismo
Encontro de Ateus e Agnósticos
Encontro de RPG
Animecult
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Encontro da Comunidade Católica
Encontro de Zen Budismo
Fórum das Religiões Africanas
Encontro de Astrologia
Encontro da Igreja Libertária Popular
Encontro Com As Plantas Sagradas
Encontro de Arte e Cultura Alternativa
Encontro das Comunidades Indígenas
Encontro da Pré-história Paraibana
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Encontro da Filosofia Perene
Encontro de Comunicação da Nova Consciencia
Seminário Sobre Budismo
Encontro de Haikai
Encontro do Santo Daime
Encontro do Movimento Esperantistas
Encontro das Profissionais do Sexo de Campina Grande
Encontro Afro Brasileiro Campinense
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Forúm de Mistica e Militancia Nos Movimentos Sociais
Exposições de Artes Plásticas
Ciclo de Palestras Sobre O Pensamento Cristão
Consultas e Atendimentos
Feira de Plantas, Hortaliças Fitoterápicos
Mostra de Filmes de Curta-metragem
Rock na Consciência
Shows
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Onde é realizado
Em diversos locais. O principal local, o local de abertura e de encerramento é o Teatro Municipal Severino Cabral, no centro da cidade. No entanto, diversos outros lugares são cedidos para realizaçoes dos amis de 54 eventos paralelos, dentre eles:

Açude Novo
Aqui se monta um palco de shows, onde diversos estilos de música tocam de forma a unificar os vários ramos, as várias diferenças. Até 2002 as músicas e o palco era montado num terreno ao lado do Teatro Municipal Severino Cabral, onde também se aglomerava dezenas de barracas que vendiam vestimentas indianas, jóias de horóscopos, incensos e adornos dos mais diversos.
Museu de Artes Assis Chateaubriand
Colégio Alfredo Dantas - CAD
Museu Vivo da Ciência
Colégio Motiva
Outros lugares
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Teatro Municipal Severino Cabral durante o Encontro da Nova Consciência
Cultura
Teatros
História
A história do teatro em Campina Grande tem início em 1925, quando foi fundado o "Cine Teatro Apolo", o que acarretou no surgimento do primeiro grupo teatral campinense, "O Corpo Cênico do Grêmio Renascença".
A década de 1940 não ofereceu novidades para as artes cênicas em Campina. Na década de 1950, foi implantado o "Rádio-Teatro Borborema", por Fernando Silveira. Ainda nos anos 1950, o pernambucano Raul Prhyston criou o grupo teatral "Os Comediantes", com principais peças sendo "A Mulher que Veio de Londres" e "A Vida tem três Andares". 
Atualmente existe um teatro com o nome deste pernambucano, o Teatro Raul Prhyston.
Em 1962, o Teatro Municipal Severino Cabral foi fundado, de grandes dimensões para a época, impulsionando o teatro campinense.
O Festival de Inverno de Campina Grande surgiu em 1975, divulgando e apresentando muitas peças e shows teatrais.
Na década de 1980, a crise econômica brasileira, que afetou o teatro, e a decadência física do Teatro Municipal Severino Cabral, reduziram o número de grupo teatrais, sendo esta época de poucos acontecimentos no campo das artes cênicas, a não ser pelo Festival de Inverno.
Os principais teatros de Campina Grande são: Teatro Municipal Severino Cabral , Teatro Paulo Pontes (anexo do Municipal) , Teatro Raul Prhyston, Teatro Rosil Cavalcanti , Teatro Elba Ramalho, Teatro do Hotel Garden e Teatro do Espaço CluturalSESC Centro.
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Museu Histórico e Geográfico de Campina Grande.

Museus

Campina Grande possui doze museus, onde guardam-se partes importantes de acervos culturais da Campina Grande, Estado e do Brasil. São eles:
Museu Histórico e Geográfico de Campina Grande
O acervo do Museu Histórico e Geográfico de Campina Grande dedica-se ao desenvolvimento histórico, social e cultural de Campina Grande. Possui Fotografias, artigos, mapas, móveis, armas, veículos, joias, bonecos e ferramentas organizados de forma a contar a história da cidade.
Museu de História Natural
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Mostra de Desenhos Orientais - Jun/2006

Museu de Artes Assis Chateaubriand 
O Museu de Artes Assis Chateaubriand é composto atualmente de 474 obras de arte. Nestas obras podem ser encontradas várias técnicas e procedimentos de artes, incluindo desenhos, pinturas, esculturas, gravuras, colagens e outros métodos. Apresenta a arte em diversos momentos do cenário brasileiro. A Coleção Assis Chateaubriand, com 120 obras, pode ser vista em parte no Prédio Histórico da Reitoria, na UEPB.

Museu Luiz Gonzaga
O Museu de Luiz Gonzaga é um museu dedicado ao compositor popular Luiz Gonzaga. O acervo é composto de fotos, discos, jornais, gravações sobre o Rei do Baião Luiz Gonzaga

Museu de História e Tecnologia do Algodão
Museu Geológico da UFCG
Museu do Semiárido Nordestino da UFCG
Museu do Maior São João do Mundo
Museu de Esporte Plínio Lemos
Cinema

História
O Cinema chegou em Campina Grande 14 anos de os irmãos Lumière inventarem o cinematógrafo. Isso aconteceu com a inauguração do Cine Brazil, em 1909 no antigo prédio da instrução no bairro das Boninas. Em 1910, surgiu o Cine Popular do Sr.José Gomes. O cinema popular era frequentado por pessoas de baixa renda. A experimentação cinematográfica campinense não funcionou a muito contento. Em sua primeira fase veio os Cine Apollo de 1912 e Cine Fox de 1918. Mas a era de outro do cinema campinense deu-se com na transformação do cinema mudo para o falado. Foi o Olavo Wanderley que em 20 de novembro de 1934 inaugura a maior sala de exibição cinematográfica campinense, Capitólio, com capacidade para 1.000 lugares na Praça Clementino Procópio. Com o fechamento do Cine Apollo e cine fox, surge em 1936 o Cine Para todos. Mas foi no dia 7 de julho de 1939, com a exibição do filme Prmavera, surge o Cinema Babilônia, uma luxuosa casa de exibição para encontro com a sociedade. O Babilônia possuía 898 lugares e concorria diretamente com o Capitólio. Com o fim da II guerra Mundial, Campina grande ganhou importantes salas de exibição cinematográfica: Cine São José, Cine Avenida e Cine arte. Atualmente a cidade de Campina grande conta com salas de exibições no Shopping Boulevard, no Ginácio AABB e Espaço Cultural do SESC/Centro. Os cinemas Capitólia e São José são tombados pelo IFHAEP.
Centros culturais.
No Centro Cultural Lourdes Ramalho, a prefeitura de Campina Grande oferece diversos cursos (várias áreas, como dança, artes marciais, música, idiomas, etc.) em todos os turnos e horários, por mensalidades ou anualidades acessíveis à população em geral. Também existem outros centros ou espaços culturais: Espaço Cultural do SESC Centro, Espaço Cultural Casa Severino Cabral e o Centro de Cultura Hare Krisna.
Academia de letras
A cidade tem sua academia de letras, denominada Academia Campinense de Letras, entidade literária máxima em Campina Grande.
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Biblioteca Municipal Felix Araújo.
Bibliotecas
Biblioteca Átila Almeida da UEPB
Biblioteca Central da Universidade Federal de Campina Grande
Biblioteca do Museu Histórico e Geográfico de Campina Grande
Biblioteca do SESC Açude Velho
Biblioteca do SESC Centro (Campina Grande)|Biblioteca do SESC Centro
Biblioteca Municipal Félix Araújo
Núcleo Bibliotecário Campinense 77 Bibliotecas.
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Ginásio "O Meninão"
Esporte
Há cinco clubes profissionais de futebol em Campina Grande, dentre os quais estão dois dos três times com mais títulos no Campeonato Paraibano de Futebol: Treze e Campinense. O clássico Treze vs. Campinense, conhecido como "Clássico dos Maiorais", faz lotar o Estádio "O Amigão"
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Estádios
Estádio O Amigão
Estádio Presidente Vargas – C.T. do Treze Futebol Clube
Estádio Renato Cunha Lima – C.T. do Campinense Clube
Ginásios
Campina Grande conta com alguns ginásios: Complexo Esportivo Plínio Lemos, Ginásio 
BNB, Ginásio da AABB, Ginásio do Campestre, Ginásio do Trabalhador, Ginásio "O 
Meninão", dentre outros.
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O Amigão
Estádio Governador Ernani Sátyro
Estádio Governador Ernani Sátyro, usualmente conhecido por O Amigão (algumas vezes chamado de Amigão), é um estádio multiuso em Campina Grande. É utilizado na maioria das partidas dos clubes da cidade, inclusive o famoso Clássico dos Maiorais, entre Treze e Campinense. Sua inauguração ocorreu em 1975, no final do mandato do então governador Ernani Ayres Sátyro e Sousa. Apenas a metade sul da marquise foi construída. Atualmente se encontra em sitação precária, mas o atual governo do estado nada faz para melhora-lo.
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O Renatão
Estádio Renato Cunha Lima
O Estádio Renato Cunha Lima, popularmente chamado de "O Renatão", está localizado no bairro da Bela Vista, na cidade de Campina Grande, Paraíba. Pertence ao Campinense Clube. Recebe essa denominação em homenagem ao conselheiro do clube, de mesmo nome, responsável pela sua construção.
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 As moto-táxis em Campina Grande são cadastradas pela prefeitura.
Transporte
Rodoviário
A cidade de Campina Grande possui um importante sistema rodoviário que possibilita sua interligação com as capitais, principais centros do Nordeste e demais cidades do estado e da Região. Normalmente, Campina Grande faz parte da maioria das rotas entre o interior (parte do Sertão e Agreste) e o litoral. Suas rodovias, totalmente asfaltadas, são composta pelas rodovias federais BR-104, BR-230, BR-412 e conexões BR-230/104 e Alça Sudoeste, além de outras rodovias estaduais.
Transporte interurbano
Campina Grande dispõe de um moderno Terminal Rodoviário de Passageiros - o Terminal Rodoviário "Argemiro de Figueiredo" - que estabelece interligação com os mais importantes centros e capitais da região e de todo o país, registrando um grande fluxo diário de passageiros.
Para dar suporte a ônibus que fazem linhas intermunicipais de curta distância, a cidade dispõe ainda do Terminal Rodoviário "Cristiano Lauritzen", popularmente conhecido como Rodoviária velha.
Transporte urbano
O sistema de transportes urbanos da cidade é gerenciado pela Superintendência de Trânsito e Transportes Públicos - STTP, autarquia municipal de direito público, com autonomia administrativa e financeira. Entre outras atribuições, cabe à STTP planejar, coordenar e executar o sistema viário de Campina Grande, além de controlar o sistema de 
transporte coletivo, moto-táxis e de táxi, no âmbito municipal.
No tocante ao atendimento, cerca de 95% da área do Município é servida pelo sistema de transporte coletivo, com uma frota de mais de 190 ônibus urbanos, em 19 linhas, agrupadas em quatro grandes grupos: Circulares, Transversais, Radiais, e Distritais.
Em 2007, deu-se início à construção do primeiro terminal do sistema integrado de ônibus, no Parque Evaldo Cruz (Açude Novo). Foi também instalado o sistema de bilhetagem eletrônica em outubro de 2007. Em 2008, foi inaugurado o primeiro Terminal de Integração de Campina Grande, localizado no largo do Açude Novo. O sistema integra cerca de 90% das linhas de transporte coletivo nos sentidos centro-bairro e bairro-centro.
Além dos transportes coletivos, a cidade tem a disposição cerca de 586 táxis e 727 mototaxistas cadastrados.
Ferroviário
O Município é atendido pelo sistema de transporte ferroviário sob administração da Rede Ferroviária Federal (REFESA), que faz a interligação com várias cidades do estado, do litoral à zona sertaneja (inclusive sua capital, João Pessoa), com o porto de Cabedelo, além de outras capitais do Nordeste, em uma linha que percorre desde Propriá, em Sergipe, até São Luís, Maranhão.
Este tipo de transporte disponível é um grande reforço de infra-estrutura, permitindo o escoamento de parte importante da produção do estado para outros centros de consumo e o barateamento dos custos de transporte.
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Fachada do Aeroporto Presidente João Suassuna.

Aeroviário
O sistema de transporte aeroviário de Campina Grande dispõe do Aeroporto Presidente João Suassuna - com pista de 2000 m de extensão por 45 m de largura - que possui todo o serviço de infra-estrutura para o apoio e a segurança das aeronaves. Operando com tráfegos regular e não regular, conta com voos diários, interligando cidade aos mais diversos centros e capitais do país.
A cidade dispõe também de um Aeroclube, localizado no distrito de São José da Mata, que opera com aviões de pequeno porte, nas atividades comercial e de lazer.
Acidentes Aéreos
Em Campina Grande já ocorreram dois acidentes aéreos. O primeiro 7 de outubro de 1948, onde um avião de pequeno porte, modelo Douglas DC-3, registro PP-LPB, da companhia Linhas Aéreas Paulista, caiu sobre um residência na rua Ireneu Joffliy. Felizmente não houve vítimas fatais. O segundo acidente ocorreu em 5 de setembro de 1958, onde um avião comercial após sobrevoar a cidade e não conseguir pousar veio a cair no bairro do Serrotão. Nesse acidente faleceram 13 pessoas. A aeronave de modelo Curtiss C-46, registro PP-LDX da companhia Lóide Aéreo Nacional. Na ocasião um dos tripulantes do voo era um funcionário do antigo Banco do Nordeste chamado Renato Aragão que mais tarde veio a ser o Didi, de Os Trapalhões.
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Portão de entrada da Escola Técnica Redentorista.
Educação
História
Foi em 1822 que foi fundada a primeira escola em Campina Grande, numa época que a lei exigia o ensino da leitura, das quatro operações matemáticas básicas, noções de geometria prática, gramática do português e a religião católica. O primeiro professor da rede pública de Campina Grande foi Antonio José Gomes Barbosa.
Até o ano de 1849, só podiam participar das escolas públicas em Campina Grande pessoas do sexo masculino. As primeiras escolas para mulheres foram criadas em 1857.
O primeiro grupo escolar da cidade foi o "Solon de Lucena", que existe até hoje. O prof. Clementino Procópio fundou a primeira escola privada em Campina Grande, a escola "São José". Depois disso, outras escolas particulares, como o colégio Pio XI, colégio Alfredo Dantas e, em 1931, o colégio Imaculada Conceição (DAMAS), todos existentes até hoje.
Em 1954, foi fundado o Colégio Estadual da Prata, também conhecido como "O Gigantão da Prata".
Atualmente
Campina Grande dispõe de uma ampla rede escolar e universitária que se destaca não só pela quantidade dos estabelecimentos públicos e privados existentes, mas pela extensão, desde o ensino fundamental até a pós-graduação, abrangendo várias áreas do conhecimento humano.
Saúde
Campina Grande conta com dezenove hospitais, 93 unidades básicas de saúde, três centros de referência de saúde, além do Serviço Municipal de Saúde.

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