Antes de morrer: Amante de Getúlio Vargas, Virgínia Lane revelou que o presidente foi assassinado e não cometeu suicídio

Jornal 'o Radical' De 1954 - "Este Homem Foi Assassinado!" Getúlio Vargas foi assassinado, será que a vedette viu mesmo ele ser assassinado?



Contrariando a historia oficial sobre a morte de Getúlio Vagas, em que se apresenta até carta de romance com o Brasil, que dizem que foi redigida pelo próprio Getúlio, que não mostra traços de depressão que é o principal motivo que leva ao suicídio, a amante de Vaga disse que ele foi assassinado e ela viu tudo! 

Em 2007, a atriz, cantora e vedete Virgínia Lane, nascida no dia 28 de fevereiro de 1920, no Rio de Janeiro, e reconhecida como "A Vedete do Brasil", fez surpreendente e bombástica revelação sobre a morte do ex-presidente do Brasil, o gaúcho Getúlio Dornelles Vargas, que, com certeza, muda a história política do Brasil a partir de 24 de agosto de 1954, data em que o Presidente da República, tido como "O Pai dos Pobres", foi assassinado, ao contrário do que conta a "história oficial" ensinada nos livros e nas escolas, que afirma que Getúlio Vargas se "suicidou" com um tiro no peito. Na versão contada por Virgínia Lane, Getúlio foi assassinado por quatro homens encapuzados e, sob a suspeita de que o mandante teria sido o então governador do Rio de Janeiro e dono do jornal "A Tribuna da Imprensa", Carlos Lacerda.

A nova versão da triste noite em que morreu o presidente Getúlio Vargas, feita pela verdete, atraiu não a imprensa nacional para cobrar dos agentes do atual governo e Senado para levantar uma equipe da PF, Exercito, ABin e historiadores a fim de apurar se tem veracidade tal informação, sobre a  tragédia brasileira guardada sob asas das águias no antigo palácio da República, no bairro do Flamengo, coração do Rio de Janeiro. Pode até ser uma versão fantasiosa, mas dá um belo novo roteiro e promove a veterana atriz na mídia, enquanto lança mais mistérios na morte do presidente. Afinal, Vargas teria sido morto ou teria se suicidado, como diz a história do Brasil?

"Getúlio Vargas foi assassinado. Eu estava na cama com ele. Entraram quatro mascarados e atiraram no presidente. Getúlio Vagas mandou o (segurança) Gregório me atirar pela janela (para me proteger). Fraturei costela e braços. Vou contar isto no meu livro de memórias, que está no prelo. Eu morro, dizendo a verdade…", declarou a vedette Virgínia Lane, 87 anos, em entrevista à rádio Globo, mas morreu no dia 10 de fevereiro deste ano com infecção urinária e não lançou este polêmico livro.

A época da entrevista, cercada de lembranças na casa em que vivia em Paraíba do Sul, Rio de Janeiro, Virgínia Lane, emocionava-se ao pensar em Getúlio Vargas, 53 anos após a morte do presidente. Não são recordações apenas de uma fã. Segundo a ex-vedette conta, durante 15 anos ela e o mais controvertido dos chefes de estado do Brasil tiveram um romance. "O presidente gaúcho era romântico, gostava de serenatas e costumava presentear-me com orquídeas brancas. Gostei imensamente dele e do meu segundo marido, Ganio Ganeff. Foram meus dois grandes amores", afirma ela e adiante, enfatiza: "Com Getúlio pode não ter sido um amor eloquente. Mas foi um amor muito sensível. Getúlio era barrigudinho, baixinho, mas não tinha problema, pelo homem que ele era. Gostei dele desinteressadamente. A família Vargas sabia do romance, inclusive a mulher dele, dona Darci. Vou contar tudo em meu diário."

A ex-vedette não gostava de ser chamada de dona ou senhora. Sente-se velha. Continuava a mostrar as famosas e bem tratadas pernas nos palcos. Em 2012 encenou Sua Excelência, a 'Vedette em Volta Redonda', mais de quatro décadas depois de ter estreado a peça. "Ali interpreto Messalina, a maior prostituta da história", exclama.

O 'Atentado da Rua Tonelero' e o mistério sobre a morte de Gregório:

Gregório Fortunato foi o chefe da guarda pessoal do presidente brasileiro Getúlio Vargas, também é conhecido como "Anjo Negro", devido ao seu porte físico e sua cor. Ele nasceu na cidade de São Borja, no Rio Grande do Sul. Filho dos escravos alforriados Damião Fortunato e Ana de Bairro Fortunato. Foi casado com Juraci Lencina Fortunato, com quem teve um casal de filhos.

Trabalhou como peão de gado nas fazendas da região, e teve sua aproximação com a clã Vargas em 1932, após participar da Revolução Constitucionalista de 1932 como soldado do 14º Corpo Auxiliar de São Borja (hoje Brigada Militar do Rio Grande do Sul), unidade comandada pelo coronel Benjamin Vargas, irmão do presidente Getúlio Vargas.

Após o fracassado Golpe Integralista contra Vargas, Benjamin criou uma guarda pessoal para proteger o presidente, e ainda recrutou 20 homens de confiança em sua cidade, entre os quais Gregório, que pela sua confiança e fidelidade se tornou o chefe da guarda até o final do Estado Novo.

No dia 5 de agosto de 1954 ocorreu o evento considerado como o mais dramático da história política brasileira, e que viria ser conhecido como "Atentado da Rua Tonelero", ou seja, o atentado contra o jornalista Carlos Lacerda, ferrenho opositor de Getúlio Vargas. Gregório Fortunato foi acusado de ser o mandante do crime, do qual Lacerda saiu levemente ferido, não tendo a mesma sorte o major da Aeronáutica do Brasil, Rubens Florentino Vaz, que morreu alvejado.

O atentado desencadeou uma crise política que culminou com o suicídio de Getúlio Vargas, com um tiro no coração, em 24 de agosto de 1954 segundo a historia oficial, que no outro dia veio a suspeita de assassinato no Jornal 'O Radical' mas foi abafado tudo. Em 1956, os acusados do crime da Rua Tonelero foram levados a um primeiro julgamento: Gregório Fortunato foi condenado há 25 anos como mandante do crime, pena reduzida a 20 anos por JK e a 15 por Jango.

Em 23 de outubro de 1962, Gregório Fortunato ia receber a liberdade e foi assassinado na penitenciária, Frei Caneca, no Rio de Janeiro, pelo também detento Feliciano Emiliano Damas, o que é apontado por muitos como queima de arquivo, já que o "Anjo Negro" escrevera um caderno de anotações, único objeto de sua propriedade que desapareceu na prisão após sua morte. Mas existem teses entre historiadores e pessoas que viveram e acompanhara todo fato a época e ainda estão vivos, que suspeitam que Gregório foi assassinado na prisão, justamente porque havia jurado vingar a morte do chefe. Para muitos, Gregório era um arquivo que precisava se apagado. 

Segundo o repórter Evandro Carlos de Andrade, que começou a exercer a profissão quando o segundo governo de Vargas agonizava em meio a sucessivas crises políticas, ele agita-se ao fazer um retrato falado daquele fim de época, ele disse: “Pude acompanhar o fim do segundo governo. Participei da cobertura da crise provocada pelo atentado na Rua Tonelero (N: um pistoleiro  atirou em Carlos Lacerda, adversário de Getúlio Vargas, mas terminou matando o major da Aeronáutica Rubens Vaz. A crise aberta com o atentado culminou com o suicídio do presidente). Nunca tive dúvida sobre a natureza do atentado: tinha sido forjado no Palácio do Catete  por  Gregório Fortunato, o chefe da guarda pessoal de Getúlio.  A morte de Gregório, anos depois, na prisão, foi uma queima de arquivo impressionante. Gregório   tinha um comportamento exemplar. Quando ia ser libertado, foi esfaqueado dentro da prisão – queima de arquivo típica. Porque possivelmente ele entregaria quem o estimulou”. ( Oito anos de pois de preso, Gregório foi esfaqueado, na prisão, por outro detento do presídio Frei Caneca, em outubro de 1962. Tinha dito que estava escrevendo um diário – que, no entanto, jamais foi encontrado )."

Aqui no Brasil a história oficial é cheia de mentiras, a começar pelo próprio descobridor do Brasil, que não foi Pedro Alvares Cabral. Virginia Lane pode ter dito a verdade. Veja que no dia seguinte o caso que abalou a politica brasileira, em edição extra do Jornal "O Radical" de 30 de Setembro de 1954 (Rio de Janeiro), informando sobre a morte de Getúlio Vargas, com tema "Este homem foi assassinado", levantou as suspeitas que deveria ser aceita e analisada, mas não foi levado adiante diante, porque o comunicado oficial sobre o suicídio passou a ter vez na imprensa de todo o país. O Radical publicou a foto de Getúlio já morto em sua primeira página. Porque acreditar nesse jornal? Porque seu proprietário era irmão de um dos ministros de Getúlio Vargas.

Lembro quando fazia o ensino fundamental, nas aulas falando sobre a morte de Getúlio, minha professora de historia disse que a historia do suicídio foi tudo uma criação para manipular a população que gostava muito de Vargas e que se acreditasse no assassinato ficaria bastante revoltada, por que quando foi anunciada a morte de Vagas, multidões saíram às ruas. Enfurecidos, manifestantes depredaram a sede da Tribuna da Imprensa, o jornal de Carlos Lacerda, do maior adversários de Getúlio, que nos leva a acreditar que se fosse anunciado que ele teria sido assassinado, esse povão, ou melhor, o povão do Brasil, revoltados, iriam destruir os bens e matar todos da oposição e geraria uma crise de ordem no Brasil com uma guerra civil incontrolável, porém tudo isso é apenas suposição sobre o assassinato, nada foi apresentado de forma oficial a época por que acreditaram em uma carta supostamente escrita por Getúlio e linda em pleno sangue quente de pesar, contendo assim a revolta do povo.

Diante das duvidas e não revelações concretas deixadas, acredito sinceramente na suposição de que ele foi assassinado, pois as informações existentes são no mínimo passíveis de dúvida. Para ser mais claro: até onde tenho conhecimento, e já vi muitos laudos periciais sobre mortes por tiro e suicídios, nunca soube de alguém que tivesse suicidado com um tiro de revólver no peito. para quem estranhe minhas palavras, que tente segurar um revólver de brinquedo e atirar no peito apontando para o coração. Se tentar com a mão direita até consegue apontar, mas nunca vai conseguir com a mão direita no local, onde livros dizem ter Getúlio atirado, da esquerda para a direita, entre as costelas, debaixo para cima, logo abaixo do mamilo esquerdo e bem sobre o coração. Apenas com a arma na mão esquerda, com a a parte traseira e coronha de encontro aos dedos mínimo, anular, médio e indicador, com o polegar no gatilho, ele conseguiria dar o tiro fatal. Não é no mínimo estranho alguém se matar desse jeito, quando o normal é um tiro no ouvido, na têmpora ou na boca? E mais, porque na foto constante em alguns livros o tiro no peito de Getúlio aparece limpo, quando um tiro no coração geraria uma enorme mancha de sangue no pijama dele, quanto mais na cama onde ele aparece morto, estando pijama e cama limpos? Ao mínimo isso gera a forte suspeita que ele foi assassinado em outro local e a cena montada.

Outra coisa o atestado de morte que tem suposta autoria do suposto suicida, é uma carta poética e perfeita demais para quem passava por tantas pressões, até pressões que desconhecemos com elevada depressão chegando ao ponto de cometer suicídio. Desses bastidores da morte de Getúlio, somos todos desconhecedores que temos que acreditar em uma versão oficial sem pericia onde o jogo do Poder reinava na mente de muitos que tinha desejo de mata-lo! Muitos debatem em curso de Historias nas faculdades do Brasil ainda tem os que não acreditam na historia oficial do suicídio e alegam que  Getúlio foi assassinado por uma conspiração na época onde teve a participação do governo dos Estados Unidos e políticos brasileiros da antiga UDN, e órgãos de imprensa da época ante getulistas, a UDN era um partido político impopular, mais parecia um clube dos ricos da época, do que propriamente dito um partido político,  pelo o que se sabe nem houve na época um laudo pericial, o local onde houve o suposto suicídio de Getúlio, não foi preservado é foi invadido por políticos, imprensa, é alguns populares, que até professores de historias não acreditam de forma alguma que Getúlio suicidou-se, para sustentar essa teses eles dizem que ele tinha o apoio do povo incondicionalmente e poderia usar esse povo para gerá um golpe politico e ficar em pleno domínio mantando ou prendendo todos da oposição ao seu governo, alegando que a matança era em nome do bem do povão.

Veja que durante anos após sua morte, muitos suspeitavam que Vagas tivesse sido assassinado, mas ficavam apenas em debates nas salas de aulas, mesas de bares, entre parentes e amigos, nada de imprensa, mas o debate sobre o possível assassinato de Getúlio foi levantado em 2007, em entrevista ao comunicador Roberto Canázio, Lane afirma categoricamente que Getúlio Vargas não se suicidou e sim foi assassinado. Ela contou detalhes, revelando que estava na cena do crime. Confesso que não havia lido nem ouvido nada a respeito sobre essa declaração da eterna vedete Virgínia Lane à Rádio Globo. Foi em meio ao Carnaval de 2007, mas só agora, é que fiquei a par dos acontecimentos. Ouça a declaração de Virgínia Lane, que morreu aos 93 anos de idade no dia 10 de fevereiro de 2014. Abaixo, a íntegra da entrevista concedida pela atriz à rádio Globo do Rio de Janeiro:

Virginia Lane diz que mataram Getúlio Vagas e ela viu o momento da hora da morte dele:


O que diz a Historia oficial:


No dia da morte de Vagas, pelo telefone, claramente emocionado, o ministro da Fazenda, Oswaldo Aranha, leu para a Rádio Nacional a carta-testamento encontrada na mesinha de cabeceira do presidente morto: “Eu vos dei a minha vida. Agora ofereço a minha morte. Nada temo. Serenamente dou o primeiro passo no caminho da eternidade e saio da vida para entrar na história”. O relógio indicava que faltavam 15 minutos para as 9 da manhã daquele 24 de agosto de 1954. Nunca o país assistira a tamanha comoção popular como a que veio logo após a divulgação da notícia: Getúlio Vargas se matara, em seu quarto, por volta de 8h30, com um tiro no peito.

Multidões saíram às ruas. Enfurecidos, manifestantes depredaram a sede da Tribuna da Imprensa, o jornal de Carlos Lacerda, mais furibundo dos adversários de Getúlio. Uma massa humana de 100 mil pessoas, a maioria em pranto incontrolável, desfilou diante do caixão do presidente, velado no próprio Palácio do Catete, sede do governo federal, no Rio. A imprensa noticiou que cerca de 3 mil pessoas presentes ao velório, vítimas de desmaios, mal-estares, crises nervosas e problemas de coração, precisaram ser atendidas pelo serviço médico do palácio. Na enfermaria, o estoque de calmantes esgotou-se em minutos. O país inteiro quedou em estado de choque. Ninguém esperava por aquele desfecho para a crise que se abatera como uma nuvem negra sobre o governo, apesar de o próprio Getúlio ter dito, dias antes, com todas as letras: “Só morto sairei do Catete”.

A pergunta que se fez à época, e que até hoje ecoa, exatos 59 anos depois, é uma só: afinal, por qual motivo Getúlio se matou? O que levou o presidente a puxar o gatilho de seu revólver, após apontá-lo contra o próprio coração? Que sentimentos insondáveis povoavam o homem Getúlio Vargas no instante daquele gesto que mudaria a história do Brasil? Como sempre ocorre, boa parte das possíveis respostas e certezas morreu junto com o próprio suicida. Mas, reconstituindo os fatos daquele aziago mês de agosto – mês de desgosto, no imaginário popular brasileiro –, é possível esclarecer os últimos momentos de Getúlio. Entre as tantas hipóteses, conjecturas e análises divergentes, uma coisa pelo menos é certa: o governo Vargas começou a morrer 20 dias antes, alvejado por outro tiro, este ironicamente disparado contra seu arquiinimigo Carlos Lacerda. Entre os dois tiros, um que atingiu o pé esquerdo de Lacerda, o outro que se alojou no peito de Getúlio, estão as respostas para a pergunta que não quer calar.

Na madrugada de 5 de agosto, pouco depois da meia-noite, Carlos Lacerda havia sido vítima de um atentado diante do portão do prédio onde morava, na rua Toneleros, em Copacabana. Dois disparos atingiram seu acompanhante, o major da Aeronáutica Rubens Vaz, que não resistiu aos ferimentos. Foi impossível não ligar o atentado da Toneleros às críticas virulentas disparadas diariamente por Lacerda contra o governo pelas páginas da Tribuna da Imprensa. Com a linguagem destemperada de sempre, Lacerda chegara a chamar o presidente de “monstro”, o deputado Lutero Vargas de “filho rico e degenerado do Pai dos Pobres” e Oswaldo Aranha de “mentiroso e ladrão”.

Carlos Lacerda escapou, por pouco, do atentado. Naquele mesmo dia exibiu, em seu jornal, as fotos de um ferimento a bala em seu pé esquerdo – ferimento cuja veracidade seria contestada depois. O prontuário do Hospital Miguel Couto, onde fora atendido, sumiria misteriosamente. Mas o estrago, àquela altura, já estava feito. “Acuso um só homem como responsável por esse crime. É o protetor dos ladrões, cuja impunidade lhes dá a audácia para atos como o desta noite. Esse homem é Getúlio Vargas”, escreveu Lacerda. A oposição tinha agora um cadáver, o do major Vaz, e seu principal representante, antes já suficientemente feroz, passara a agir a partir de então como um animal ferido.

“Esses tiros me ferem pelas costas”, reconheceu Getúlio. As principais suspeitas recaíram sobre Gregório Fortunato, chefe da guarda pessoal do presidente. Na manhã do dia 5, Getúlio chamou Gregório e indagou-lhe se tinha participação no episódio. Ele negou. À tarde, no Congresso, o líder da maioria, Gustavo Capanema, leu uma declaração assinada por Vargas: “Até agora considerava Lacerda meu principal inimigo. Mas agora o considero meu inimigo número 2; o número 1, aquele que causou o maior prejuízo ao meu governo, foi o homem que atentou contra sua vida”.

Contudo, os indícios e as investigações da trama logo apontaram para os corredores do Palácio do Catete. O fio do novelo começou a despontar logo no primeiro dia, quando um motorista de táxi que trabalhava próximo ao palácio apresentou-se voluntariamente à polícia e afirmou que levara, na noite anterior, um membro da guarda presidencial, Climério de Almeida, ao local do crime. Manifestações de protesto civis e militares pipocavam na capital federal, deixando o governo cada vez mais acuado. Cerca de 5 mil pessoas compareceram ao enterro de Vaz, enquanto Climério, em vez de prestar esclarecimentos, tratou de desaparecer do mapa.

No dia 8, com as acusações desabando sobre sua mesa de trabalho, Getúlio resolveu dissolver a guarda pessoal e franquear as dependências do Catete para as investigações. Tal atitude não satisfez a ira dos adversários. No Congresso, deputados da conservadora UDN (União Democrática Nacional), agrupados na chamada “Banda de Música” – assim conhecida pelo barulho que provocava em plenário com seus discursos inflamados e orquestrados –, passaram a exigir a renúncia de Vargas. Da Aeronáutica, a crise logo se alastraria para as demais corporações armadas. Durante todo o seu governo, Getúlio enfrentara a oposição dos militares, especialmente após ter nomeado, no ano anterior, João Goulart, o Jango, no cargo de ministro do Trabalho. Jango, considerado pelos quartéis um notório esquerdista, propôs um aumento de 100% no salário mínimo e acabou derrubado do cargo, por pressão dos militares.

A saída de Goulart do governo não afastara a desconfiança dos quartéis ou das forças políticas e econômicas mais conservadoras, que diagnosticavam no nacionalismo de Vargas uma perigosa “guinada à esquerda”. Assim, naqueles dias tormentosos de agosto, as forças civis e militares insatisfeitas com os rumos do governo vislumbraram a ocasião propícia para afastar, de uma vez por todas, Getúlio do poder. Fazendo coro à “Banda de Música” udenista, membros do Alto Comando das Forças Armadas decidiram bombardear a resistência do presidente. No dia 12, data da missa de sétimo dia do major Vaz na Candelária, foi instaurado na Base Aérea do Galeão um inquérito policial-militar, um IPM, sob o comando do coronel Adil de Oliveira. Apelidado de “República do Galeão”, o IPM deteve suspeitos, convocou testemunhas e, em poucos dias, selaria o destino do presidente.

Enquanto o IPM era instalado e o comércio do centro do Rio fechava as portas para celebrar o luto pelo major Vaz, Getúlio decidiu viajar para Minas Gerais, onde foi recebido com pompa e circunstância pelo governador Juscelino Kubitschek. Na inauguração de uma siderúrgica em território mineiro, faria seu último e contundente discurso: “Advirto aos eternos fomentadores da provocação e da desordem que saberei resistir”, disse o presidente ao microfone, emocionado, ao lado de um sempre sorridente JK. No dia seguinte, de volta ao Rio, encontrou o cenário ainda mais turbulento. Um pistoleiro, Alcino do Nascimento, havia sido preso e confessara ter atirado contra Lacerda por encomenda de Climério, ainda foragido. Mas o pior ainda estava por vir: pelo depoimento de Alcino, as suspeitas da autoria intelectual do atentado recaíam agora sobre Lutero Vargas, ninguém menos do que o filho do presidente.

Lutero, por recomendação expressa de Getúlio, apresentou-se espontaneamente ao IPM e renunciou à sua imunidade parlamentar, pondo-se à disposição das investigações. “Estou sendo vítima de uma torpe difamação”, diria ele ao país, por meio de uma rede oficial de emissoras de rádio. Mas, nos dias seguintes, uma sucessão de acontecimentos abalaria ainda mais as estruturas do Catete. Em 16 de agosto, com a tropa fora de controle, o ministro da Aeronáutica Nero Moura pediu demissão. No dia 18, Climério foi preso e confessou ter recebido ordens de Gregório Fortunato, cuja prisão já havia sido determinada pelo IPM no dia 15.

Há quem afirme que Fortunato, após sustentar outras versões, acabou assumindo a culpa pelo atentado contra Lacerda para proteger aquele que seria o verdadeiro culpado do crime, Benjamin Vargas, o “Bejo”, irmão caçula de Getúlio. O jornalista José Louzeiro, por exemplo, foi um que defendeu a hipótese em seu livro O Anjo da Fidelidade: A História Sincera de Gregório Fortunato. Segundo seu biógrafo John W.F. Dulles, Lacerda também tinha a firme convicção de que Bejo seria o mandante do crime. Seja como for, outras revelações do IPM, levadas o público no dia 18 de agosto, apontariam novas e suspeitas ligações de Fortunato com familiares do presidente. De acordo com documentos apreendidos no porão do Catete, no arquivo pessoal de Fortunato, o filho mais novo de Getúlio, Manoel Antônio Vargas, o Maneco, vendera ao Anjo Negro uma fazenda por 3 milhões de cruzeiros – quando o salário de Fortunato não passava de 15 mil cruzeiros mensais. Era a gota d’água. “Estou mergulhado em um mar de lama”, foi a frase atribuída a Getúlio naqueles dias de tensão sem trégua.

A revelação alquebrou as forças do presidente. Segundo o jornalista Glauco Carneiro conta em seu livro Lusardo, o Último Caudilho, Oswaldo Aranha encontrou Getúlio debruçado numa janela do Catete, de óculos escuros, procurando esconder os olhos vermelhos. “Reaja, você é um homem forte”, Aranha ainda tentou animá-lo. Mas o cerco se fechara. No dia 21, o presidente recebeu no palácio o seu vice, Café Filho, que dez dias antes havia se reunido secretamente com Carlos Lacerda e aderido à conspiração. Café propôs a Getúlio o que havia combinado anteriormente com Lacerda: a tese da renúncia conjunta do presidente e do vice. Getúlio, porém, desconversou. No entanto, seus dias de governo – e de vida – já estavam contados.

Em 22 de agosto, um grupo de brigadeiros divulgou um manifesto que exigia a renúncia imediata do presidente. Os almirantes se disseram solidários aos colegas da Aeronáutica e também pediram a cabeça de Getúlio. A posição do Exército viria logo depois, no dia 23. Um documento assinado por 27 generais circulou pelos quartéis e passou a ser entendido como uma espécie de ultimato: “Os abaixo-assinados (…) declaram julgar como melhor caminho para tranqüilizar o povo e manter unidas as Forças Armadas a renúncia do atual presidente da República”.

A notícia do Manifesto dos Generais, junto com a informação de que se tornara praticamente impossível controlar a agitação na caserna, chegou a Getúlio por volta de 0h daquele trágico 24 de agosto. A informação seria levada ao Catete pelo ministro da Guerra, general Zenóbio da Costa, e pelos também generais Mascarenhas de Morais e Odylio Denys. Exausto, Getúlio disse-lhes que convocaria uma reunião ministerial no dia seguinte para discutir a gravidade da situação. Mas o general Mascarenhas, apreensivo, aconselhou ao presidente que, mesmo levando-se em conta o adiantado da hora, era melhor que todos os ministros fossem tirados da cama e convocados imediatamente ao palácio. Getúlio compreendeu a urgência do caso, acatou a sugestão e ordenou que os assessores se concentrassem na tarefa de acordar o ministério com telefonemas disparados no meio da madrugada.


A tal reunião se arrastou, lenta, até depois das 4 da manhã, sem chegar a nenhuma conclusão. Alguns ministros sugeriram a resistência, apoiados pela palavra firme da filha do presidente, Alzira Vargas, que mesmo não sendo convidada invadira o salão ministerial e fizera questão de participar da reunião. Outros, a exemplo de José Américo de Almeida, ministro das Viações e Obras Públicas, afirmaram que a melhor saída, para evitar derramamento de sangue, seria mesmo resignar-se e submeter-se à renúncia. Impaciente, Getúlio abriu a agenda pessoal e rabiscou a seguinte nota: “Já que o ministério não chegou a uma conclusão, eu vou decidir. Determino que os ministros militares mantenham a ordem pública. Se a ordem for mantida, entrarei com um pedido de licença. Em caso contrário, os revoltosos encontrarão aqui o meu cadáver”. Aquela última frase da anotação, logo se saberia, não significava um esforço retórico, uma mera frase de efeito. Dias antes, em 13 de agosto, Alzira Vargas já encontrara um rascunho, escrito a lápis pelo pai, no mesmo tom: “Deixo à sanha dos meus inimigos o legado da minha morte”. No dia 23, véspera da reunião ministerial, o jornal getulista Última Hora, de Samuel Wainer, publicara uma manchete que também se anunciaria profética: “Getúlio ao povo: Só morto sairei do Catete”.

Após a reunião, sozinho em seu quarto, Getúlio não conseguiu pregar o olho. Foi procurado pelos familiares pelo menos três vezes entre o final da madrugada e o começo da manhã. Primeiro, Alzira levaria a ele a nota oficial redigida pelo ministro da Justiça, Tancredo Neves, anunciando a decisão presidencial de licenciar-se do cargo até que todas as acusações fossem devidamente apuradas. Getúlio não quis ler a mensagem e pediu para que o deixassem sozinho. Poucos minutos mais tarde, em duas ocasiões, o irmão Benjamin foi também até o quarto, agora para dar-lhe duas más notícias: o IPM estava convocando Bejo para depor imediatamente e os militares não haviam aceitado a idéia de uma simples licença. Os quartéis insistiam no afastamento definitivo do presidente. 

Às 8h30 da manhã, ouviu-se um tiro. Os familiares encontraram Getúlio agonizante, o corpo sobre a cama, o buraco da bala pouco acima do monograma “GV” gravado no bolso do pijama, por onde o sangue corria aos borbotões. “Cada gota de meu sangue será uma chama imortal na vossa consciência e manterá a vibração sagrada da resistência”, diria certo trecho da carta-testamento. Há quem diga que o texto não era de Getúlio e sim do jornalista José Soares Maciel Filho, que o escrevera sob encomenda. Porém, nesta história cheia de controvérsias, pontos obscuros e detalhes nunca esclarecidos, a autoria da carta é o que menos importa.

O fato é que, se houvesse sucumbido à renúncia, tendo em vista a sanha de seus adversários e as graves acusações que recaíam contra si e seus familiares, Getúlio teria sido alvo de um linchamento moral sem precedentes. “Getúlio tinha uma profunda consciência de seu significado como personagem histórico. Seu último e trágico gesto precisa ser compreendido dentro dessa dimensão”, afirma o historiador Jaime Pinsky, professor da Unicamp. Quer dizer: o suicídio foi um ato político. “Ele preferiu protagonizar um teatro de tragédia a submeter-se à humilhação e ao teatro patético que os adversários encenariam com sua renúncia”, diz.

Segundo o historiador Marco Antônio Villa, autor de Jango, um Perfil, e que atualmente trabalha na biografia política de Vargas, aos 72 anos ele apresentava um certo cansaço e uma indisfarçável solidão. “Durante todo aquele mês de agosto, ele se sentiu abandonado pelos antigos aliados. Com toda a sua história de vida, ele não se submeteria mais à renúncia ou à derrota final do exílio”, diz. Para o presidente, a única forma de impedir a humilhação de uma devassa em sua vida era o suicídio.

Outro ponto pendente é que, vivo, Getúlio, ou pelo menos sua família, teria de enfrentar a Justiça. “A chamada ‘República do Galeão’ prosseguiria fustigando-o, num processo que talvez culminasse com sua prisão ou a prisão de gente muito próxima a ele”, diz Marco Antônio. De fato, menos de um mês depois da morte do presidente, o IPM que investigava o atentado a Lacerda foi encerrado e o irmão de Getúlio, Benjamim, e o filho, Lutero, inocentados. O único culpado foi Gregório Fortunato.

Com o suicídio e a comoção nacional que se seguiu, Getúlio transformou seu nome em mito. “Não foi uma decisão fácil, mas a percepção que Getúlio tinha de si mesmo, de seu papel histórico, transcendia sua própria existência terrena, de carne e osso”, diz Jaime Pinsky. Assim, os que conspiraram contra ele tiveram que esperar dez anos para, só então, concretizar seus planos. Antes disso, apesar de algumas tentativas, não houve clima político nem apoio popular para tal. Só exatamente uma década depois a “Banda de Música” udenista e os mesmos militares que assinaram o Manifesto dos Generais conseguiriam chegar ao poder, após derrubarem o herdeiro direto do getulismo, João Goulart. Afinal, o golpe de Estado que o país assistiria em 1964 foi, em edição revista e atualizada, o mesmo que Getúlio adiou, em 1954, ao apontar contra o próprio peito o cano frio do Colt calibre 32 com cabo de madrepérola.

As muitas faces de Getúlio

Os fotógrafos tinham ordens de retratá-lo sempre de baixo para cima, para disfarçar a sua estatura. A despelto de seu 1,60 metro, do rosto rechonchudo e da proeminente barriga, Getúlio era um homem vaidoso, que soube como poucos cultivar sua imagem. Em viagens, sempre levava uma maleta com cremes, saboneteira, loção de barba e meias de seda. Fez do inseparável charuto uma de suas marcas registradas e protagonizou com a vedete Virginia Lane, à época “a dona das mais belas pernas do Brasil”, um tórrido romance.


Getúlio Vargas e Virgínia Lane
Mas sua paixão era a política. Foi o presidente brasileiro que mais ficou no cargo: mais de 18 anos. Nesse tempo, encarnou vários Getúlios. Gaúcho de São Borja, nascido em 1882, ex-deputado e governador do Rio Grande do Sul, fez sua primeira aparição na vida política nacional em 1930, como líder revolucionário: após ser derrotado nas urnas pelo paulista Júlio Prestes, chegou à presidência com a derrubada de Washington Luís. Em 1937, instaurou o Estado Novo e passou a governar o país com mão-de-ferro. Surgia a figura do Getúlio ditador, cuja imagem de “Pai dos Pobres” seria construída pelo Departamento de Imprensa e Propaganda, o DIP, incumbido de censurar os opositores e forjar oculto à personalidade do presidente. Sua política trabalhista, que culminou com a assinatura da Consolidação das Leis do Trabalho, a CLT, ajudou a eternizar o conceito de político populista, carismático, de grande apelo junto às massas. Quando explodiu a Segunda Guerra Mundial, Getúlio flertou com o fascismo, com o qual seu governo se afinava ideologicamente, mas por razões econômicas apoiou os aliados. Em 1945. com o fim da guerra, tornou-se impossível sustentar a contradição de, por um lado, ter mandado soldados para lutar contra os nazi-fascistas e, de outro, manter uma ditadura. 

Pressionado pela opinião pública, Getúlio renunciou e seguiu para o auto-exílio em São Borja. Voltaria em 1951, embalado pela marchinha, sucesso absoluto do Carnaval daquele ano: “Bota o retrato do velho outra vez/ bota no mesmo lugar/ o retrato do velhinho faz a gente trabalhar”. Após tentar uma insustentável conciliação de forças políticas antagônicas, fez a opção por um governo nacionalista, no qual se destacariam a criação da Petrobrás e a bandeira do monopólio nacional do petróleo. Os novos rumos de Getúlio logo incomodariam militares, conservadores da UDN e o grande capital. Passou a ser retratado como o vilão que, atolado na corrupção, queria arrastar o país para uma república sindicalista. Era essa a imagem pública que carregava nos ombros em seus últimos dias. O tiro que deu no próprio peito, porém, o transformaria em mártir e o redimiria aos olhos da nação terrificada.

Essa é a versão oficial apresentada pela imprensa da época contida até hoje em livros de historias do Brasil, mas temos agora outra versão que segundo, a história da ex-vedete Virgínia Lane, mudou o tiro mais famoso do país: o que matou Getúlio Vargas.

Para Virgínia Lane, que depois desse longo tempo calada, resolveu falar e vejam no que deu, analise a fala dela na entrevista:

- Eu tive paixão por esse cara (o Getúlio);

- E você frequentava mesmo o Palácio do Catete?

- Você quer saber de uma coisa que vou dizer pela primeira vez. É meio perigoso... Eu estava na cama com ele quando entraram e o mataram. Ele foi assassinado, meu filho! Quando ouviu o barulho de gente entrando no quarto ele ainda chamou o Gregório Fortunato e mandou que ele me jogasse pela janela.

- Você viu o assassino?

- Eram quatro homens de máscaras que atiraram nele. Dois deles ainda correram para o Jardim, tiraram minha roupa, me deixaram nua em pelo e disseram “vai, vagabunda, vai arrumar outro presidente”. Vou contar toda essa história no livro que estou escrevendo, “Sua Excelência, a vedete que viu”. Sou uma testemunha viva da morte de um homem com quem não tive um casinho, não. Passei quinze anos dormindo e acordando com ele.

Eu escutei a entrevista e fiquei pensando: será que ela esclerosou ou a história é outra? É duro imaginar e aguentar que um homem, fazendeiro de origem, sabendo atirar desde jovem, iria se matar com um tiro no peito. Aliás alguém conhece um suicida que atire no seu peito? Os Samurais rasgam o ventre em “L” para provar ao mundo que não temem a morte e nem a dor que ela provoca. Mas quantas imagens de Políticos Corruptos que se suicidaram na frente das câmeras de TV dando um tiro na boca, ou debaixo do pescoço e mesmo direto na fronte?


Em resumo, um homem de personalidade fortíssima como Getúlio Vargas, acostumado a andar armado de revólver desde sua vida estancieira no RS, acuado e pressionado de todos os lados, jamais iria dar um tiro no peito e sim na própria cabeça, né não?

Some-se a isto o fato da retórica empregada na “Carta Testamento” ser absolutamente diversa do estilo dos discursos populistas de Getúlio. Até quando aceitaremos este fato sem investigações modernas dos fatos passados?

Se apareceu outra versão dos fatos, cabe apurar a veracidade, por que é muita ingenuidade acreditar apenas que ele se suicidou. Claro pode ter sido assassinado. A luta pelo poder não é brincadeira e a Virgínia Lane pode ter falado a verdade de que foram 4 mascarados. Como sitei acima, é muito otimismo para um suicida falar que: “Saio da vida para entrar para a história” e também por não ter atirado na cabeça.

E você, acredita que ele cometeu mesmo suicídio ou foi assassinado como disse Virginia Lane, e antes dela muitos já questionavam, mas só 53 anos após ela veio se pronunciar sobre o fato que até hoje fica como historia mal contada do poder? O estranho é que mesmo diante dessa revelação sequer ela foi entrevistada e ouvida por historiadores para apurar e ouvir suas versões dos fatos, mas infelizmente morreu e não lançou seu livro, "Sua Excelência, a vedete que viu" partiud do mundo dos vivos sem  lançar uma obra que mudaria toda a Historiografia nacional, e que a nossa História não seria a mesma depois dessa obra, que se existir rascunhos, poderá ser uma obra póstuma que vai gerá muito lucro para os seus parentes por que ela já partiu e não ganhou um centavo com venda de livros por levantar este debate.




Blog do Gari Martins da Cachoeira 


Com  informações de: Margarita sem CensuraMania de Historia 







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