Romero abre I Fórum de Vigilância Sanitária e Arquitetura de CG


O prefeito de Campina Grande, Romero Rodrigues, abriu oficialmente, na noite desta quinta-feira, 10, no auditório do Garden Hotel, o I Fórum de Vigilância Sanitária e Arquitetura, que segue até esta sexta-feira, 11, discutindo e capacitando profissionais dessas áreas e também da construção civil da cidade.

O evento tem como objetivo orientar os trabalhadores para atuar nos projetos de construção observando as normas técnicas exigidas para os ambientes construídos a partir de então. A ideia é nortear os profissionais, e não apenas puni-los, a fim de que todos os setores possam se adequar às normas antes de aparecerem os problemas.

Romero compôs o local de honra junto com a secretária municipal de Saúde, Luzia Pinto, o secretário de Planejamento, André Agra, da coordenadora da Gevisa (Gerência de Vigilância Sanitária), Betânia Araújo, além do diretor administrativo da Agevisa-PB, Irlanilson Fabricio de Almeida. O empresário Divaildo Bartolomeu, presidente do SindCampina, também compôs a mesa representando os segmentos de bares, hotéis e restaurantes de Campina Grande.

“É uma discussão de suma importância para a idade. Como dizem os mais experientes, é melhor prevenir do que remediar. E é exatamente o que se pretende com esse fórum: a busca para se promover uma mudança de paradigma da vigilância sanitária, atuando sempre em parceria com as áreas de arquitetura e construção civil”, destacou o prefeito de Campina Grande, Romero Rodrigues.

Nesse sentido, a secretária de Saúde Luzia Pinto registrou o grau de importância desse tipo de discussão fazendo um paralelo com o que aconteceu com o projeto de execução da obra da UPA do Dinamérica, que deve começar a funcionar em outubro.

Antes da avaliação e inspeção dos profissionais da Vigilância Sanitária de Campina Grande, prosseguiu Luzia, haviam 19 não-conformidades no projeto da unidade de saúde.

“Nós desejamos que todos os profissionais envolvidos nesse Fórum possam discutir ao máximo e tirar o máximo de proveito possível dessas discussões”, sublinhou a secretária de Saúde.

Quando teve a palavra, a coordenadora da Gevisa, Betânia Araújo, reiterou que o evento foi idealizado a partir exatamente dessas constatações de equipes técnicas em visitas às construções e reformas de empreendimentos na cidade.

“Conseguimos identificar que sempre há uma série de equívocos nas construções e reformas, principalmente nas obras de empreendimentos de gêneros alimentícios e clinicas médicas”, pontuou.

Segundo Betânia, os empresários e comerciantes não observam as especificidades das normas técnicas exigidas para cada ambiente de trabalho. “São equívocos como a falta de bancadas, a colocação de bancadas escuras, a falta de banheiro nos espaços, além do desrespeito às normas sanitárias no período de execução das obras”, explicou.

Por fim, a coordenadora da Gevisa alertou que os empreendedores não podem se preocupar apenas em receber as licenças do Crea, Bombeiros e da Secretaria Municipal de Obras. Isso porque, conforme Betânia, após a obra concluída, todos acabam sendo surpreendidos com a necessidade de mudanças para atender às normas técnicas da Vigilância Sanitária.






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